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A playlist definitiva para os shows do Hanson no Brasil

Já se passaram vinte anos desde que o Hanson ficou conhecido mundialmente pelo hit MMMBop. No Brasil eles continuaram a ser uma banda "grande" até o ano 2000, impulsionados principalmente pela música "Save Me", que foi trilha sonora de novela da Globo. Nos anos seguintes a banda resolveu se desvincular da gravadora e desde então são uma banda independente.

Sem a divulgação maciça que tinham, o Hanson acabou sumindo para boa parte do público. No entanto, a banda permaneceu produtiva, com uma sequência de discos consistente e de muita qualidade. Comemorando 25 anos de carreira, o iniciaram uma turnê mundial  (com boa parte das apresentações com ingressos esgotados) e passam pelo Brasil nessa semana. com shows no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Salvador.

Usualmente, aumento minha frequência de audição das músicas de um artista quando irei assisti-lo ao vivo. Como o show do Hanson está próximo, criei uma playlist para ir me preparando.

A playlist foi basea…
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Você já experimentou a Fanta Guaraná?

De tempos em tempos, a Fanta lança novos sabores, mas parece que nenhum dá certo no Brasil e só a Fanta Laranja e a Fanta Uva sobrevivem. Eu gostava da Fanta Maçã-verde, por exemplo, mas ela aparentemente saiu do mercado. A Coca-Cola resolveu apostar agora em uma fruta genuinamente brasileira com a Fanta Guaraná.
Depois de beber o refrigerante, fiquei um pouco decepcionado. Tive a impressão que a Fanta Guaraná é mais aguada que o Kuat. É menos doce, mais fraca, sem graça. Me lembrou um pouco o Guaraná Dolly, que não é ruim, mas não dá aquela sensação de que você está bebendo algo que vai te dar a sensação que valeu a pena consumir todas essas calorias.
Um fator problemático é que a empresa não tirou o Kuat do mercado (que acho muito mais gostoso), mas já vi restaurantes que estavam vendendo a Fanta Guaraná e não tinham o Kuat disponível. Essa substituição pode vir de forma gradual.
Me lembro de que quando foi criada a Ambev, por exemplo, acabaram com Guaraná Brahma e mantiveram o Gua…

Quem te apresentou o mundo mágico de Harry Potter?

Hoje é o aniversário de 20 de lançamento do primeiro livro do Harry Potter. A saga do bruxo é a minha preferida no universo da literatura, não só pela qualidade dos livros, mas também porque vivi a expectativa de lançamento de cada um deles, e cresci junto com os personagens da série.

Lembro-me perfeitamente do meu primeiro contato com o mundo mágico de J. K. Rowling: foi na edição de 12 de abril de 2000 da revista Veja, quando eu tinha quinze anos de idade. Na época, a publicação dedicou três páginas inteiras ao lançamento da série no Brasil, que acontecia naquela semana. Foi o suficiente pra me convencer que seria o próximo livro que eu ia ler. As páginas estão reproduzidas a seguir. Caso a letra esteja pequena, clique nas imagens para ampliá-las.



Pedi o livro à minha mãe, que tinha a política de que livro é um investimento e fui correndo ao Centro Rio em Araxá, onde paguei 22 reais no exemplar de Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li o livro em menos de dois dias e passei a pregar …

Você já parou pra pensar em quanto dinheiro você gasta pra acessar o Facebook, Instagram e outras redes sociais?

O mês inteiro eu fico brigando contra meu pacote de dados no celular, esperando que ele não acabe antes da renovação. Acompanho quanto cada aplicativo consome, utilizo recursos de economia e ainda assim costumo chegar perto do limite sempre. Uma coisa que aprendi desde que contratei meu primeiro pacote de dados de celular de 10MB (isso mesmo, dez megabytes) há mais de uma década é que independentemente do limite de dados que eu tiver disponível, eu sempre vou consumi-lo.


Nos últimos meses, gastei em média 50% do meu pacote de dados apenas com Facebook e Instagram. Como o pacote custa 50 reais, o gasto com dados para utilização apenas dessas duas redes fica metade disso: 25 reais por mês, ou 300 reais por ano, quase um real por dia.

Isso mesmo, 300 reais por ano.

Note que esse valor se refere apenas ao pacote de dados de celular. Há inúmeros outros custos indiretos como energia elétrica, assinatura de internet residencial para utilização wi-fi e o próprio custo do smartphone.

No entant…

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

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O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

Resolvi abandonar os quadrinhos de papel de Walking Dead (porque a editora abandonou primeiro)

Sempre o alguma história em quadrinhos é adaptada para o cinema ou TV aparecem muitas pessoas chatas reclamando da fidelidade em relação ao material original. "The Walking Dead" conseguiu fugir razoavelmente desse tipo de críticas ao trazer uma história na TV que segue a linha do tempo básica dos quadrinhos, mas apresenta novos personagens e muda diversos acontecimentos. Assim, o público tem a acesso a duas histórias diferentes e se surpreender a cada episódio da série ou edição da revista.

Anos antes da série de TV estrear, os quadrinhos de "The Walking Dead" já eram publicados no Brasil com o nome "Os Mortos-Vivos". A editora que teve a visão (e a sorte) de trazer o título para o Brasil foi a HQM, que entre 2006 e 2009 publicou os quatro primeiros volumes dos quadrinhos. A série de TV estreou em 2010 e só em 2011 a editora retomou a publicação, aproveitando o hype. Acontece que a HQM é uma editora pequena, e parece não conseguir ter a regularidade de l…