boo-box

30 dezembro 2008

11 dicas para 2009

DSC09172  1 - Dê flores

 

DSC09805

2 - Faça novos amigos

 

DSC09755

3 - Arrume a bagunça

 

 DSC01239

4 - Faça um sucessor

 

DSC09480

5 - Vá à praia

 

ATgAAAD-hUiEpZ2OjOFuLQgzeX5KlXgnRKsOiFmAfIrzu7HmqOjaBRP1R_1TKy9MzD839eMkt9CGGXgt6UphFTYgnZToAJtU9VDp_cD1XmUnGh96Pzbjg3pX36oUjQ

6 - Solte foguete

 

Piscinada 024

7 - Mergulhe

 

DSC08193

8 - Brinque no parquinho

 

Primeiras fotos 002

9 - Leia um vários livros

 

DSC09990

10- Comemore aniversários

 

IMG_0166

11 - Faça música


Leia também: 11 dicas para 2008

24 dezembro 2008

Conto de natal

dynaviosn Eu tinha só um controle para jogar meu Dynavision 3, e ele tava com uns botões estragados. Resolvi pedi pedir para o Papai Noel um par de joysticks Turbo Pad Control.

E embora minha mão dissesse que eu estava precisando de um guarda-chuva e que era isso que o Papai Noel ia me dar, e eu tinha certeza de que eu ia ganhar os apetrechos do meu videogame.

Decepção foi a hora que em que vi um guarda chuva aberto, com uma etiqueta escrito "Gregório". Peguei o guarda chuva com uma carinha triste, tirei ele do chão, quando percebi: lá debaixo estava meu embrulho de verdade! Papai Noel foi legal comigo!

Um feliz natal pra vocês!

Leia também:

Conto de natal (2007)

Meu primeiro videogame

22 dezembro 2008

O mundo ainda precisa do Los Hermanos?

220688.los_hermanos_musica_210_280 No início do ano passado, o público se surpreendeu com o anúncio da pausa por tempo indeterminado do Los Hermanos. A imprensa e os fãs não acreditaram: pra eles era o fim da banda mesmo.

Com o lançamento do disco solo do Marcelo Camelo, sua bem sucedida turnê e sua constante presença nos meios de comunicação por conta de seu namoro com Mallu Magalhães; aliada ao hype em torno do Little Joy, banda de Rodrigo Amarante com o baterista dos Strokes, parecia que a volta do grupo estava cada vez mais distante.

Dias atrás surgiu a notícia de que em 2009 o Los Hermanos irá gravar um novo álbum. Mas será que ainda precisamos deles?

Os shows da banda eram impressionantes. Não pelos músicos, mas pelos fãs, que cantavam todas as músicas, por mais complicadas que fossem as letras e o andamento, durante todo o show. Era como se o Los Hermanos tocassem Anna Júlia 20 vezes seguidas - mas eles podiam se dar ao luxo de deixar seu maior hit fora dos shows.

Foi aí que os fãs ficaram insuportavelmente chatos, começaram a colocar a banda num patamar que eles não estavam, e achavam um absurdo o fato de alguém não curtir o Los Hermanos. Meio beatlemania...

A banda então anunciou a interrupção de suas atividades. E me acostumei com a idéia de que o Los Hermanos não existia mais. Era bom ter a lembrança de uma banda que marcou minha adolescência, das músicas que ouvi centenas de vezes, dos inúmeros shows que assisti. E ouvir os álbuns sempre dava uma sensação saudosista.

Agora fico com receio. Será que o próximo disco será tão bom? Será que essa nova reunião não é apenas por dinheiro? E o Little Joy, lançará outro disco?

Não sei se o mundo ainda precisa dos Los Hermanos. Só sei que eu não preciso (mas é claro que vou ser o primeiro a ouvir o disco novo!)

MP3 legal

Hoje em dia já é comum discos serem saírem primeiro na forma de áudio digital vendido pela internet, para depois ser lançado o álbum físico.

Mas o público ainda resiste à compra de MP3, muitas vezes pela facilidade de se obter o mesmo arquivo gratuitamente, muitas vezes de forma ilegal.

Dentre as iniciativas mais interessantes no lançamento de áudio digital, destaco:

Pato Fu - O álbum Daqui Pro Futuro foi lançado em 2007 e suas músicas foram para as primeiras posições da UOL. Comprei todas as músicas por R$9,90.

Radiohead - Ao estilo Casas Bahia ("quer pagar quanto?") lançou o In Rainbows em sua loja virtual, onde o comprador escolhia quanto queria pagar. Eu paguei 0,00 libras (nada mesmo) pelo MP3 mas quando o lançaram o disco nas lojas fiz questão de adquirir um pra mim.

Mallu Magalhães - A operadora de telefonia móvel Vivo patrocinou a gravação do disco homônimo, e montou um site para vender as músicas. Detalhe: cada canção também poderia ser comprada via telefone celular, e alguns aparelhos foram vendidos com o disco. Esse eu não comprei não...

Cada uma das situações tem suas peculiaridades. O Pato Fu foi pioneiro no Brasil. O Radiohead foi polêmico ao deixar o fã avaliar quanto valia seu trabalho. E a Mallu Magalhães juntou aproveitou a facilidade(?) da venda via telefone móvel. Detalhe: os três artistas são independentes!

Fato é que o MP3 tem sido uma alternativa aos complicados contratos com as gravadoras. Mas eu ainda prefiro o disco com um encarte caprichado, que você pode embelezar a sua estante ou então dar de presente.

17 dezembro 2008

Alanis na Bahia

alanisjpg Alanis Morissette vai voltar ao Brasil, ser entrevistada pelo Zeca Camargo mais uma vez, e eu (infelizmente) vou perder os shows. Agora é a vez dela se apresentar em Recife, Florianópolis e Salvador.

Mas o show baiano é o mais inusitado. Vai ser no Festival de Verão, que contará com a presença de Ivete Sangalo, A Zorra, Natiruts, Jammil, Chiclete, Cavaleiros do Forró, entre outros.

Alanis vai tocar no mesmo dia que o Olodum, Capital Inicial, Victor e Léo, e Psirico (??). Ficou mais estranho que o Rock In Rio onde Carlinhos Brown tomou água mineral ao abrir o show do Guns and Roses.

08 dezembro 2008

Natalie Imbruglia

NatalieImbruglia-LeftOfTheMiddleHoje me deu uma vontade de ouvir o álbum Left of The Middle, da Natalie Imbruglia. Aí eu ouvi!

Me lembro perfeitamente quando, pouco mais de dez anos atrás, levei boa parte das minhas economias a uma loja de CDs e comprei esse disco.

Foi o primeiro compact disc que comprei, e nem preciso dizer que ele girou algumas milhões de vezes no meu tocador de CD.

É um disco muito bom. Possui uma das músicas-símbolo dos anos 90, Torn, e outros hits da época, com Wishing I Was There e Big Mistake.

Minhas preferidas, no entanto, são Pigeons And Crumbs, que parece uma música em câmera-lenta, e Left Of The Middle, que dá nome ao álbum.

De lá pra cá, ela só lançou mais 2 discos (sem contar uma coletânea), mas promete um novo álbum para 2009 (descobri isso hoje, quando fui fazer uma pesquisa do tipo: "Por onde anda?").

Eu ainda gosto dela, mas acho que dificilmente suas músicas voltarão ao meu Top Ten. A não ser naqueles dias em que eu quiser ficar lembrando do quanto os anos 90 eram legais...

Leia também: Shakira e outras cantoras do passado

07 dezembro 2008

À Gregório's Corporation

"Hoje nos lembramos com alegria dos conselhos e do apoio que recebemos de nossos colegas durante o curso. Agradecemos, em especial, à Gregório´s Corporation pelos serviços de consultoria (gratuita!) em matrícula e “assuntos do colegiado”, pela cobertura fotográfica dos eventos da turma, pela reprodução e disponibilização de materiais de diferentes disciplinas e também pela constante descontração. Valeu!"  por Luisa Rotsen

(homenagem dos formandos de 2008, do curso de engenharia elétrica da UFMG)

Sou eu quem agradeço!

03 dezembro 2008

Glamorous Indie Rock and Roll

killersdayage O lançamento recente de Day & Age, escancara o fato de que o The Killers é uma das bandas de indie rock mais interessantes dos últimos tempos.

"Losing Touch" e "Human" abrem o disco mostrando que eles não são mais a mesma banda do ótimo "Sam's Town". O que não quer dizer que isso seja bom ou ruim, apenas diferente. "Spaceman" acelera o disco e deixa o refrão grudado na cabeça.

"Joyride" é daquelas músicas pra se dançar com as mãos fechadas, punho levantado e balançando a cabeça nas baladas de rock alternativo.

Depois aparece uma música épica, "A Dustland Fairytale", talvez a melhor do álbum. "This is your life" e "I can't stay" são baladinhas, daquelas pra ouvir abraçadinho com a namorada.

"Neon Tiger" parece ter vindo de um disco da década de 80. Mas a música dos anos 80 é legal.

Há ainda uma canção cuja letra parece ter vindo de um disco de emocore. Mesmo assim, vale a pena escutar "The World We Live In".

"Goodnight, Travel Well", com seus quase 7 minutos, consegue escapar do risco de ser uma música longa e cansativa. E fecha bem o álbum.

Algumas versões do disco contém faixas bônus. "A Cripping Blow" e "Forget About I Sad" tem cara de B-sides da época de Sam's Town. Talvez seja esse o motivo de serem justamente faixas bônus. "Tidal Wave" poderia fazer parte do tracklist, mas resolveram distribuí-la para os compradores do disco no iTunes.

Imperdível!

Leia também: The Killers

22 novembro 2008

O longo dia das bruxas

batman longo dia O filme mais recente do Batman tinha o nome da clássica história de Frank Miller, O Cavaleiro das Trevas, publicada na década de 80. No entanto, sua história é baseada principalmente em "O longo dia das bruxas", de Jeph Loeb e Tim Sale, de 1996/1997.

Aproveitando a repercussão do longa-metragem, a editora Panini republicou a saga no formato de um livro luxuoso, de mais de 400 páginas, que tive o prazer de ler essa semana.

No decorrer de um ano, um assassino conhecido como "Feriado", ataca pessoas próximas a um dos mafiosos de Gotham City. Gordon, Dent e Batman tentam solucionar o mistério.

Grandes vilões aparecem: Espantalho, Charada, Pinguim, Chapeleiro Louco, Hera Venenosa, Mulher-Gato, Coringa. Mas depois da atuação de Heath Ledger nos cinemas, o Coringa dos quadrinhos não é de nada...

No fim das contas, os quadrinhos, como o filme, descrevem a trajetória do Duas-Caras, de herói a vilão, e os motivos que levaram o mocinho a passar para o lado negro da força.

Leitura obrigatória para fãs do homem-morcego. Eu mesmo fiquei com vergonha de ter ficado 10 anos sem ler!

Leia também:

Batman - O Cavaleiro das Trevas

12 novembro 2008

Radiohead

Radiohead

Radiohead no Brasil em março de 2009, confirmado! Clique na imagem para conferir, ou veja diretamente no site da banda!

http://www.radiohead.com/tourdates/

Só existe um problema nessa história: independentemente de onde eles forem tocar e de quanto o ingresso vai custar, eu vou estar lá! Mais pobre, mais feliz.

10 novembro 2008

Planeta Terra

Mallu 

Meio-dia. Saio de casa, almoço e pego o metrô. Hoje é dia de rock'n roll.

O Planeta Terra Festival que aconteceu no último fim de semana contou com a minha presença e a de mais 15000 pagantes (ingressos esgotados).

A escalação de bandas não decepcionou. Na verdade surpreendeu. O grande problema do Indie Rock é que muitas vezes você acaba não conhecendo a banda, mesmo sendo fã do estilo. E eu não conhecia 50% das bandas que iam tocar lá até um mês antes do festival. É claro que fui me preparando.

Chegando à Villa dos Galpões, já fui direto pro primeiro show, do Brothers of Brazil, no palco Indie. O Supla, de tão trash, é legal. E o show que misturou MPB com punk rock, surpreendentemente foi divertidíssimo e super animado.

Corri pro Main Stage pra assistir o Vanguart. Grande show, com a banda satisfeita de ver tanta gente à luz do dia. Depois do show dos cuiabanos, voltei ao palco Indie para assistir o final do show do Curumin. É um show interessante e diferente, mas não é o tipo de música que eu ouviria em casa. Valeu a pena.

Hora de voltar pro Main Stage pra assistir a musa infanto-juvenil Mallu Magalhães. Ela parecia um pouco deslocada no festival, e o público não se interessou muito pelo show. Foi bom pra ouvir músicas inéditas e pra rir do backing vocal, que ficava fazendo umas dancinhas bisonhas.

Aí deu fome, e eu perdi o show do Animal Collective pra comer. Dei uma passada no Jesus & Mary Chain mas não ouvi mais de duas músicas. Passeei no galpão onde o Mau Mau discotecava, mas estava um pouco vazio.

Aí veio a grande surpresa do festival, o Foals. Tinha ouvido o disco deles só uma vez, mas o show foi fantástico. Incrível como as músicas são poderosas ao vivo, e como a platéia pulou e dançou. A banda ganhou um fã.

Hora da banda que provalmente levou mais gente ao festival, The Offspring. Creio que se eu fosse ao show deles uns 8 anos atrás eu gostaria mais. No começo achei as músicas todas iguais e resolvi dar uma volta no show do Spoon, que rolava no outro palco. Fiquei um pouquinho e voltei pro punk rock, bem na hora certa - eles tocaram uma sequência de 4 músicas do Americana, um disco que ouvi bastante na minha adolescência. E valeu pela nostalgia.

Grande parte do público saiu do Main Stage, e pude chegar bem perto da grade, pra ver o Bloc Party. Eles estavam morrendo de medo da recepção da platéia brasileira, após o vergonhoso playback no VMB. Pediram desculpas, a gente aceitou, e eles tocaram felizes. Apareci no telão várias vezes (mas o tipo de aparição em que só eu me reconheço) e terminei o show em êxtase.

Sem conseguir ficar em pé direito, todo moído, sentei um pouco pra poder esperar o Kaiser Chiefs. Foi o show internacional onde mais conversaram com a platéia, e em português. Com muita presença de palco aliada a grandes hits, fizeram o show pra um tanto de gente cansada e conseguiram arrancar os últimos resquícios de voz platéia.

3 da manhã, fim dos shows de rock. Mas a estação de trem só abre às 4! Então vamos lá no tuntituntz, ouvir o Felix da Housecat.

6 da manhã, já estou em casa pronto pra dormir.

Top 5 Shows

1 - Foals

2 - Kaiser Chiefs

3 - Bloc Party

4 - Brothers of Brazil

5 - Mallu Magalhães

02 novembro 2008

Little Joy

Little Joy Depois de Marcelo Camelo, foi a vez de Rodrigo Amarante apresentar mais um trabalho aos órfãos de Los Hermanos.

Little Joy é uma banda formada por Fabrizio Moretti (Strokes), Binki Shapiro e Rodrigo Amarante.

Rock'n Roll inspirado, com cara de música antiga. Tem tudo pra agradar gregos e troianos, mas até por isso tem cara de projeto paralelo.

A turnê de lançamento do álbum já começou e tem diversas datas marcadas. Nenhuma no Brasil ainda, infelizmente.

Há vida após o Los Hermanos!

Leia também: Marcelo Camelo - Sou

Lanterna Verde

Lanterna Verde Conhece o símbolo ao lado? Tudo bem se não conhecer, mas pelo título do post já imagino que você suponha ser do Lanterna Verde.

Ele é da mesma época do Superman e Batman (já tem quase 70 anos!), mas nunca foi muito conhecido fora do mundo dos quadrinhos - o que eu acho uma grande injustiça!

O herói irá aparecer no cinema em breve, num filme solo e no filme da Liga da Justiça. Talvez assim ele se torne mais conhecido pelo público, e comece a fazer parte do imaginário infantil!

Isso sim é uma corrida

Massa Por algum tempo da minha vida acompanhei a fórmula 1. Eram as últimas corridas do Senna, e posteriormente as disputas entre Michael Schumacher e Damon Hill (torcendo sempre pelo inglês).

Com o tempo, parei de assistir. Não tinha graça torcer pra ninguém, e o Schumacher ganhava tudo. Isso até o ano passado.

Foi aí que apareceu o Hamilton, e a fórmula 1 voltou a ser emocionante. Devo ter assistido a no máximo 3 corridas no ano, mas acompanhava as notícias pela imprensa esportiva. O campeonato de 2007 foi decidido na última etapa, e daquela vez eu torci pro inglês, que perdeu.

2008, e novamente Hamilton favorito ao título. Mas agora tinha um brasileiro na disputa. Torci pro Felipe Massa até a última curva - e foi justamente na última curva que Hamilton fez uma ultrapassagem que lhe garantiu o título.

Foi a única corrida que eu assisti inteira no ano, mas essa sim teve cara de corrida. A fórmula 1 é muito técnica, e nem sempre o melhor piloto vence. Aliás, quem vence campeonato mesmo são as equipes. Ultrapassagens são raras, muitas vezes o tempo de parada nos boxes define as posições, e a estratégia da escuderia costuma ser decisiva.

Mas no GP do Brasil de 2008, a sensação foi diferente. Afinal, a duas voltas do final, quando o título parecia ser de Hamilton, este foi ultrapassado. Com a torcida (eu incluso) quase comemorando o título do Massa, na última curva, Hamilton recuperou a posição e garantiu o campeonato mundial. Emocionante.

26 outubro 2008

Club Social

club_social_tumO Club Social e similares (Minuto, Pit Stop) têm sido uma companhia diária pra mim e meus companheiros de república.

Pra você ter uma idéia, na nossa última ida ao supermercado, compramos 1584 biscoitos.

A conta é a seguinte: cada embalagem vem com 3 biscoitões, que podem ser divididos em 3, no Club Social, e em 4 no Minuto e no Pit Stop. Assim, temos 9 e 12 biscoitos por pacote, respectivamente.

Cada pacote vem embalado junto com mais 5, totalizando assim 6 x 9 = 54, ou 6 x 12 = 72 biscoitos por embalagem.

Levando 12 embalagens de Club Social (12 x 54 = 648), 7 de Pit Stop (7 x 72 = 504) e 6 de Minuto (6 x 72 = 432), temos então 1584 biscoitos! A parte ruim disso é que eles não vão durar nem 1 mês inteiro.

25 outubro 2008

A volta ao mundo em quadrinhos

Aprendi a ler só pra poder acompanhar as histórias da Turma da Mônica e compro mensalmente alguns títulos de super-heróis norte-americanos. Mas o mundo dos quadrinhos é bem maior que isso. A seguir, algumas recomendações de hqs de diversas partes do mundo!

Brasil - 10 pãezinhos

Devir_Mesapradois Série escrita e desenhada pelos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, os quadrinistas brasileiros mais populares do momento. Trata basicamente de relacionamentos, ou seja, nada de super-heróis e coisas fantasiosas.

Moon e Bá ganharam vários Eisner (o Oscar dos quadrinhos) nesse ano, e escrevem semanalmente na revista Época e na Folha de São Paulo.

 

 

Estados Unidos - Lanterna Verde

Lanterna Verde O Lanterna Verde é considerado um super-herói do primeiro escalão, mas nunca teve a popularidade de um Batman ou Superman.

A história "A Guerra dos Anéis", publicada no ano passado nos Estados Unidos recebeu inúmeros elogios de público e de crítica, e agora está saindo no Brasil na revista mensal "Lanterna Verde", lançada em setembro. Ainda dá pra comprar o primeiro exemplar!

 

Japão - Chobits

JBC_Chobits_13 Uma bela fábula que envolve a relação das pessoas com a tecnologia e até onde a relação homem-máquina pode chegar.

Feito para meninas, mas eu li e gostei.

Teve seus 16 volumes lançados no Brasil há alguns anos, mas ainda é possível encontrar a coleção completa. Ou então eu posso te emprestar (desde que cuide com carinho).

 

Itália - Dylan Dog

dylan dog Histórias de suspense e terror que são sucesso na Itália, mas que não conseguem emplacar no Brasil.

Por aqui já saiu por diversas editoras, que vão aumentando o preço até cancelar a publicação.

Um filme envolvendo o detetive Dylan Dog está sendo produzido, e isso traz uma leve esperança de que o Dylan Dog volte a ter uma revista mensal tupiniquim...

 

França - Asterix

Record_Asterix_JogosOlimp O gaulês estampava uma das minhas camisetas preferidas quando eu era um pimpolho.

Apesar dos álbuns serem relativamente caros pelo número de páginas, é fácil encontrá-los em bibliotecas.

É uma pena que os últimos longa-metragens para o cinema queimem o filme (literalmente) do personagem.

 

Inglaterra - Sandman

Pixel_Sandman_PeN

A editora é norte-americana, mas o autor é inglês, então é isso que conta.

Neil Gaiman escreve histórias de fantasia como ninguém, e essa é sua obra mais famosa.

Aproveite que a coleção está sendo relançada no Brasil!

Recomendado pra adultos (até porque as crianças de hoje não costumam ler quadrinhos como antigamente...)

 

Irã - Persépolis

persepolis Autobiografia em quadrinhos de uma garota roqueira durante a revolução iraniana.

Tocante.

Adaptada para o cinema e indicada ao Oscar de melhor animação em 2007.

 

 

 

 

Polônia - Maus

CiaLetras_Maus Considerada um clássico (inclusive ganhou um Pulitzer!), é uma narrativa sobre o Holocausto.

A prova de que quadrinho também é arte!

Caminho pra praia

Mineiro não tem praia, então quando vai pra perto de alguma fica meio bobo.

Disseram que São José dos Campos fica a uma hora do litoral, mas tem um pedaço do caminho que é uma serra meio chata. Vamos conhecer o caminho então?

sopodesersacanagem

Só pode ser sacanagem...

(créditos ao Zé Affonso)

E a torcida do Corinthians...

felipe globo esporte 

Após o final do jogo do Corinthians hoje, o goleiro Felipe foi comemorar o acesso à primeira divisão no meio da torcida. Até aí tudo bem. O engraçado foi o número de pessoas que tentou tirar a camisa do jogador a força, para levar de lembrança, como vocês podem ver na foto do site Globo Esporte. Depois a torcida do Corinthians fica com má fama e ninguém entende o por quê...

24 outubro 2008

Oi, São Paulo

Oi São Paulo A Oi começou a operar no estado de São Paulo hoje, oficialmente. Com uma promoção agressiva que promete 3 meses gratuitos para os novos clientes, conseguiu esgotar os chips em centenas de postos de venda. Eu comprei.

E o teste? Sinal fraco o dia inteiro, sendo que no prédio onde passo 8 horas do meu dia o telefone sequer funciona!

Vou esperar mais algumas semanas pra ver se vai valer a pena. De qualquer forma, já valeu a pena ter ido de graça no show de lançamento da Oi, com a Pitty e os Titãs, no Parque da Independência. Tá vendo a foto? Eu tava lá no meio!

22 outubro 2008

Um ano mais inspirado

Em 2007, 93 posts foram publicados no gregoriosidades. Com esse post, o desempenho de 2008 acaba de alcançar o do ano passado!

Talvez que eu tenha escrito muito mais bobagens esse ano, e ainda tenho pouco mais de dois meses pra ficar divulgando minhas boas (ou más) idéias por aqui. E que 2009 seja um ano ainda mais inspirado.

Um dia a mais

Panini_HA_82 Será que alguém gostou do final de "Um dia a mais" do Homem-Aranha?

A história publicada nas edições 81 e 82 da revista do Homem-Aranha tinha como objetivo terminar o casamento de Peter Parker e Mary Jane, e dar uma organizada na vida do aracnídeo, que tinha revelado sua identidade secreta durante a Guerra Civil da Marvel. Pois é, o objetivo foi cumprido, mas a maneira como isso aconteceu não foi nada legal (mas não vou contar como foi).

Fato é que agora ninguém no mundo sabe que o Peter Parker é o Homem-Aranha (o que é bom), tia May está viva (não adianta, não tem jeito de matar a velha), e ele nunca foi casado com Mary Jane Watson (o que é no mínimo inverossímil). E agora temos um trintão solteiro, morando na casa da tia!

Resta saber se as próximas histórias serão melhores, ou se essa lambança toda foi em vão.

09 outubro 2008

O The Flash

Panini_DC70Anos_04 Quando eu era criança, eu chamava o Flash de "o the Flash" (lê-se o Defléche). Provalvemente por causa do filme que passava mensalmente na sessão da tarde.

Pelo menos eu sei que não era só eu. Ainda hoje, vejo muito adultos (as crianças da época) se lembrarem do Defléche como herói favorito de suas infâncias.

Quando um herói é cruel

O texto abaixo comenta uma história publicada na revista Liga da Justiça 70. Se você ainda não leu e quer guardar a surpresa é melhor parar por aqui.

Panini_LJA_70 Existe uma linha que os super-heróis usualmente não cruzam - eles não matam - salvo raras excessões.

Na história Justiça-Relâmpago, escrita por Mark Waid, o Flash Wally West quase ultrapassou essa linha.

O vilão Inércia era o responsável pela morte do seu primo, Bart Allen. Wally o perseguiu, querendo fazer justiça, mas até que chegou a conclusão: "Não posso cruzar essa linha. Não posso matar Inércia. Por isso faço coisa pior."

E ele não matou. Só imoblizou o vilão pra sempre. Agora Inércia fica paralisado, mas consciente, ouvindo e pensando em tempo real, eternamente preso, num corpo congelado.

Só que isso é muita crueldade, e o próprio Flash tem consciência disso. E será que se ele matasse o vilão ele teria a sua popularidade abalada? Seria perseguido por religiosos ou proibido pra menores?

Não sei se ele fez certo ou errado, nem quero julgar. Mas sei que foi uma boa história, daquelas que me deixam feliz por gastar uma boa parte do meu ordenado com revistas em quadrinhos.

06 outubro 2008

Eletricistas elétricos

- Quantos engenheiros elétricos tem aqui?

(...)

- Poucos...

- É eletricista!

- Então quantos engenheiros eletricistas tem aqui?

(...)

- Agora sim, então metade é elétrico e metade eletricista!

Um dia me ensinaram que o certo era engenheiro eletricista. Eu achei feio e falava engenheiro elétrico. Mas depois que comecei o meu curso, aprendi a gostar do nome correto.

Acontece que tem um tanto de gente que acha ruim, fica bravo, sobe pelas paredes quando é chamado de elétrico. Eu não ligo. Tenho outras coisas pra em preocupar, hehehe...

Algumas observações sobre o VMB

(que me segurou acordado até a 1 da manhã)

- Marcos Mion é muito bom mesmo. O problema é que ele sabe disso.

- Marcelo Adnet é um forte candidato a apresentador da próxima edição.

- A onda emo ainda não acabou, tanto que o NX Zero foi o campeão da noite.

- Não gostei de ver a Mallu Magalhães sair sem nenhum prêmio. Mas ela saiu com o Hélio Flanders, e isso provalmente deixa ela muito mais feliz.

- Foi bisonho ver o anão da dança do quadrado mandar um créu pro Inri Cristo.

- Mais bisonho ainda foi o playback do Bloc Party. Ainda assim, assisti-los no festival Planeta Terra ainda é um dos meus planos pra esse ano.

- O grande momento da noite foi a apresentação do Chitãozinho & Xororó com o Fresno. Não era novidade, mas levantou a platéia.

- Ainda quero descobrir quem foi a pessoa que sonhou com o Chimbinha na banda dos sonhos. Acompanhado por 2/3 dos Paralamas e um Marcelo D2 chapado.

O resultado final disso tudo? Uma noite de sono mal dormida, e pescaria no dia seguinte.

Carro de paulista

Os paulistas não sabem o que é um carro de paulista. E eles andam de carro como paulistas mesmo!

(os mineiros entenderam)

26 setembro 2008

Guarda-chuvas e clipes de papel

As pessoas sempre perdem guarda-chuvas. Ninguém os acha.

Ninguém costuma perder clipes. Todo mundo sempre encontra algum.

A óbvia conclusão: os guarda-chuvas viram clipes. Deve ser por isso mesmo que hoje eu vi vários clipes espalhados pela cidade depois da chuva.

23 setembro 2008

Eu e minha HP

Desde que concluí o curso de engenharia, minha fabulosa calculadora HP50g (a segunda HP da minha vida) estava encostada em um canto, sendo sub-utilizada apenas para cálculos que qualquer calculadora de padaria consegue efetuar.

Duas semanas atrás iniciei minha primeira pós-graduação, mas até hoje não tinha precisado dela. Tanto é que eu nem a carregava para as aulas.

Mas então, em determinado momento, senti falta dela pra resolver um problema de aerodinâmica, mas ela não estava ao meu lado. Me senti frágil, estéril, sem saber o que fazer. Tentei fazer as contas na calculadora do celular, em uma calculadora científica genérica, mas não saía nada... Até eu conseguir um HP emprestada pra fazer meus cálculos.

Resolver limites, derivadas, integrais triplas na mão é fácil. Mas na hora de somar, subtrair, multiplicar, aí o cérebro trava!

18 setembro 2008

Serpentes à bordo

baseado num causo que me contaram

Era um rapaz meio estranho, usando uma calça marrom com um chinelo de dedo, camisa hippie e cabelo dreadlock. Ele levanta e caminha pelos corredores, esbanjando tranquilidade, enquanto outros passageiros olham com desconfiança. Depois de uns minutos, ele volta em polvorosa:

- Comissário, interdita aquele banheiro porque tem uma cobra lá dentro!

(...)

- Comandante, tem um cara meio doidão, dizendo que tem uma cobra no banheiro. Fui lá e não vi nada...

- Temos que fazer uma parada pra abastecimento. Lá a gente confere.

O avião pousa, e nada de cobra em banheiro nenhum. E decola. De repente um alvoroço: gritos de mulheres e crianças, homens soltando a franga e uns machões querendo matar um visitante: a anunciada cobra, que passeava entre os passageiros. Tadinha, foi decapitada.

Após a confusão, o comissário vai pedir desculpas ao passageiro antes rotulado como louco.

- Tudo bem, eu aceito suas desculpas. Só que essa cobra que vocês mataram aí é vermelha. A que tava lá dentro do banheiro é verde!

14 setembro 2008

Os muitos nomes do Skank

Skank - EstandarteBatizar uma banda é algo difícil, e muitas vezes o resultado é desastroso. Diversas bandas, embora sejam muito boas, possuem nomes péssimos. Quer uns exemplos? Kid Abelha, Os Paralamas do Sucesso, Los Hermanos, Biquini Cavadão.

Nesse ponto, acho que o Skank é uma banda feliz. O nome é curto, forte, e fácil de gravar. Mas o que acho mais interessante é a criatividade dos mineiros para batizar seus discos. Vejam só a lista:

Skank

Calango

O samba poconé

Siderado

Maquinarama (o melhor de todos)

MTV Ao Vivo: Ouro Preto

Cosmotron

Radiola

Carrossel

Estandarte (próximo lançamento!)

Todos os nomes de discos poderiam batizar bandas, exceto o MTV Ao Vivo, por razões óbvias.

A conclusão disso tudo: se estiver em dúvida para batizar sua banda, peça uma sugestão a Samuel Rosa e seus amigos!

Calypso e Paralamas

Depois de algumas apresentações inusitadas como Babado Novo e CPM 22, ou Chitãozinho & Xororó e Fresno, pensei que não haveria mais surpresas tão estranhas. Até anunciarem o especial Estúdio Coca-cola Zero reunindo a Banda Calypso e Os Paralamas do Sucesso.

Assisti ao programa inteiro por curiosidade. E até que ficou legalzinho. No diminutivo.

O destaque fica por conta de Joelma e Chimbinha. A cantora do Pará canta e dança em todas as músicas, super empolgada e feliz com a situação. Já o guitarrista ganhou uma guitarra e a admiração do Herbert Viana. Aliás, o programa inteiro é uma rasgação de seda só, com elogios mútuos entre as bandas.

Mas o maior mérito do programa é acabar com o preconceito sofrido pela banda Calypso, cuja contribução para a música brasileira é reconhecida e valorizada. Embora isso não me faça gostar nem um pouquinho do grupo.

Caso queira assistir ao especial completo, mais vídeos de bastidores, é só visitar o site do Estúdio Coca-Cola Zero.

12 setembro 2008

Marcelo Camelo - Sou


Depois da surpreendente pausa por tempo indeterminado do Los Hermanos (ou fim da banda mesmo, para os mais pessimistas), saiu o primeiro disco solo do Marcelo Camelo.

Até o momento ouvi 10 das 14 faixas - apenas as que foram disponibilizadas para download pelo site Sonora, do Terra - mas já dá pra falar um pouquinho.

A abertura do disco Téo e a Gaivota veio diferente da versão anteriormente divulgada no MySpace do cantor - uma versão mais interessante dessa vez, mas nada muito empolgante.

Tudo passa parece ser uma música do Radiohead em português, utilizando instrumentos de sopro - e isso é bom.

Passeando apenas abre caminho para Doce Solidão, talvez a canção mais autobiográfica dessa nova fase do cantor barbudo.

Janta é a melhor faixa do disco. Mallu Magalhães participa cantando e tocando violão, o que deixa a música super fofa. A letra é triste, mas é legal.

Mais tarde é uma música que eu acabo escutando muito porque ela vem depois de Janta.

Menina bordada é uma grande música, mas que parece não ter sido feita para o Marcelo Camelo cantar. Mas foi ele quem compôs, então eu deixo. Depois alguém regrava.

Liberdade traz a participação de Dominguinhos. Uma nova vertente musical explorada pelo ex-hermano!

Copacabana é divertidíssima, e remete aos grandes bailes de carnaval. A música é curtinha o que te obriga a ouví-la diversas vezes seguidas.

Vida doce é a última das canções disponiblizadas. Um belo samba, que encerra bem o disco.

Ainda faltam quatro faixas, que só estarão no CD físico, que ainda não foi lançado. Será que elas serão as cerejas do bolo ou apenas um punhado de lados-b desinteressantes?

De qualquer forma, foi bom voltar a ouvir o Marcelo Camelo cantando composições inéditas. Mas que a época do Los Hermanos era mais legal, isso era!

05 setembro 2008

Enquanto isso, numa lanchonete...

(história real)

- Tem uma coisa no meu pão-de-queijo...  Argh! É um dente!
(...)
- Ops... O dente é meu!

02 setembro 2008

Sinceridade infantil

- Gregório, você nunca vai ser rico?
- Porque você acha isso?
- Porque você é pobre, ué?
- Mas e se eu trabalhar bastante?
- Hahahah... Nem tem jeito, você é um "à toa"!

E assim eu vi o quanto meu primo de 6 anos acreditava no meu potencial...

- É porque quando eu ficar rico, eu quero comprar uns 5 videogames iguais ao meu pra dar para os meus primos...
- Você já é rico! Milionário! Pode até me dar esse seu videogame e comprar um outro pra você depois.

E eu percebi assim o quanto é fácil fazer um garotinho mudar de opinião...

Usiminas x Muse


Dia desses me dei conta do quanto o logotipo da Usiminas se parece com o do Muse. Ainda bem que eles não são concorrentes... A Usiminas bem que podia patrocinar uma nova turnê do Muse pelo Brasil!

31 agosto 2008

Mallu Magalhães

Primeiro show da cantora de 16 anos em Minas Gerais e já no Grande Teatro do Palácio das Artes. Chegou bem cheia de moral, hein?

Antes do show começar, a atração era observar o público. Em sua maior parte, era composto por garotas entre 13 e 18 anos, muitas delas acompanhadas pelos pais. Completavam os assentos do teatro muitas pessoas da imprensa, vários indiezinhos e indiazinhas e fãs das bandas que iriam tocar depois da Mallu.

Ao começar a apresentação, o público tinha um olhar que misturava curiosidade e desconfiança . O fato de todos estarem sentados contribuiu um pouco para a frieza da recepção, e Mallu entrou em cena já reclamando da fumaça de gelo seco.

Pelo fato da maioria das gravações disponíveis em MP3 da Mallu Magalhães serem ao vivo, já tinha uma idéia do que esperar do show de Belo Horizonte. Mas fiquei muito surpreso com a banda que a acompanhava, composta por um guitarrista vindo dos Beatles, um tecladista do Oasis, o baterista do The Who e um trovador solitário no baixo (visualmente era o que pareciam..) Muito divertida e competente, segurou a onda em muitos momentos do show.

A platéia cantou em J1 e Tchubaruba. O público delirou com a participação de Hélio Flanders do Vanguart (e nessa hora Mallu visivelmente ficou diferente...). E o povo só não dançou com a empolgante Don't You Leave porque ficou com vergonha de levantar da cadeira.

Depois de uns 70 minutos, Mallu encerrou sua apresentação, e juntamente com sua banda, foi bastante aplaudida. E ela realmente tem potencial para extender esses seus 15 minutos de fama por mais alguns anos e se tornar uma rockstar.

Não quis enfrentar a multidão de fãs enlouquecidas na fila do camarim pra tietar essa menina que eu tanto gosto de ouvir cantar. Mas saindo do show do Hurtmold, que tocou depois, percebo que é ela quem está atrás de mim, num corredor escuro do Grande Teatro. E é claro que pedi uma foto. Só que eu não tinha câmera, só um celular velho, sem flash, e o máximo que consegui foi um borrão. Depois de algumas horas de edição, consegui identificar dois corpos verdes, e a prova de que eu já estive do lado de Mallu Magalhães está aí!

Leia também: O patofã

26 agosto 2008

É errado ser inteligente?

Às vezes tenho a impressão que muitas pessoas acham isso. Principalmente as menores que um metro e meio. Penso nas crianças na escola: o inteligente sempre é excluído e criticado por seus coleguinhas, muitas vezes apelidado por nomes pejorativos como cabeção, cdf ou caxias. A popularidade então é praticamente nula, a não ser na hora da divisão de grupos de trabalhos escolares.

Quando eu tiver meus pimpolhos, eu vou querer que eles sejam nerds. E vou ensiná-los que isso sim é que é legal!

23 agosto 2008

Turma da Mônica Jovem

Surgiu nas bancas nesse mês uma nova revista dos estúdios Maurício de Sousa. Turma da Mônica Jovem (que título horroroso) é em estilo mangá e mostra as crianças do bairro do Limoeiro em versão adolescente.

A maneira que a história é conduzida dá a impressão que a turminha cresceu de um dia para o outro. Há frases como "Nem acredito que tenho mais de cinco fios", do Cebolinha; e "Não sou mais aquela esganada de antes", da Magali, que indicam uma passagem de tempo instantânea.

É curioso ver o Cebolinha babando pela Mônica e pela Marina, e o Cascão saindo do banheiro, sujando a mão de seu pai com "gel" e dizendo que o banho acabou faz tempo....

Não acredito que a revista vá atrair muitos novos leitores. Provavelmente, só aqueles que já conhecem bem os personagens vão acompanhar o título. E depois de algumas edições, já não vai ter mais graça ficar imaginando como seria cada um deles no futuro.

De qualquer forma, é uma leitura agradável, bem leve e divertida. Vale conferir pra matar a curiosidade. Se é que isso te deixa curioso...

20 agosto 2008

Star Wars: Clone Wars

George Lucas realmente sabe ganhar dinheiro. Quando os fãs acharam que a série Star Wars tinha abandonado os cinemas, surge uma animação em computação gráfica pra levar mais gente à tela grande.

O filme agrada. A história se passa entre os Episódios II e III da saga original e traz de volta ao público Yoda, Anakin e Obi-Wan. Os personagens lembram os bonecos dos Thunderbirds, e a animação não procura ser realista - e eu acho isso bom.

Uma ausência notável foi a da clássica música de abertura, presente em formaturas, casamentos e vídeos caseiros. A trilha sonora foi feita por Kevin Kiner, que usou uma versão modificada do tema original de John Williams.

Clone Wars complementa bem a saga e é indispensável para qualquer fã de Star Wars. Para o resto do mundo, é apenas uma boa diversão.

19 agosto 2008

Johnny Castaway


Na época em que uma das coisas mais legais pra se fazer no computador era incrementá-los com protetores de tela trocados com os amigos via disquete, passei um bom tempo assistindo ao náufrago Johnny Castaway. Apesar do arquivo ser bem pequeno, há uma infinidade de situações diferentes. Uma boa diversão pra quando você está almoçando e o PC fica ligado.

Quem quiser baixar o protetor de tela é só clicar AQUI!

13 agosto 2008

Meia-entrada

Tava fazendo as contas de quanto eu ia gastar pra assistir aos shows de Fernanda Takai + Maki Nomiya, Vanguart e Mallu Magalhães no festival Eletrônika, quando me dei conta que vou ter que pagar o dobro do preço. Que saudade dos meus tempos de estudante...

08 agosto 2008

Superbad - É Hoje

Mais um daqueles longas onde um bando de adolescentes quer perder a virgindade no baile de formatura do segundo grau. A mensagem do filme "Superbad" para os nerds é para que eles valorizem as mulheres, e não bebam. Resumidamente.

Sinceramente, achei o filme muito sem graça, e fiquei contando os minutos para que ele acabasse. Não sei se é porque é ruim mesmo, ou se sou eu quem está ficando velho pra gostar desse tipo de história.