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21 janeiro 2008

Mãe, tem um dinossauro no quintal

Dos filmes que mais marcaram minha infância, duas séries envolvem dinossauros: Em Busca do Vale Encantado e Jurassic Park. Perdi a conta de quantas vezes vi cada um dos primeiros episódios (só os primeiros, porque fizeram até o vale encantado número 357 e eu não vi todos; e o Jurassic Park 3 é bem fraquinho).

Engraçado é que uma das cenas que mais gosto de rever, do filme O Mundo Perdido, é quando o tiranossauro escapa em San Diego e sai passeando pela cidade. De repente, um garoto olha pela janela e vai correndo avisar aos pais: "Mãe, tem um dinossauro no quintal". E o moleque sequer tem medo, ao contrário dos seus apavorados pais ao constatarem que o bichinho realmente está lá fora. A cena não envolve grandes lutas, suspense, belos cenários e efeitos especiais grandiosos. Mas me diverte. Talvez por realizar meu sonho infantil de ter um dinossauro de estimação...

(...)

OK, eu nunca tive vontade de ter um dinossauro de estimação, eu sempre soube que não era possível (apesar da teoria do Parque dos Dinossauros ter me enganado um pouco). Fato é que passei bons anos da minha vida carregando dinossauros de brinquedo e livros sobre o assunto para todo lado que ia.

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