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O Incrível Hulk


Realmente me faz muito bem gastar meu tempo e dinheiro com filmes de super-heróis no cinema. O Incrível Hulk foi o investimento desse final de semana.

O longa-metragem, apesar de ser a sequência de Hulk (2003), não trouxe o número 2 nem qualquer outra palavra que remeta a uma continuação. O filme mais novo tem muito mais ação, e o Hulk não parece mais uma versão feiosa do Shrek.

Para os brasileiros (como eu), o filme ainda tem um gosto especial, por ter uma grande quantidade de cenas filmadas na favela da Rocinha, repletas de diálogos em português com sotaque de americano (e sem legendas!) Já tô imaginando os gringos vindo ao Brasil e pedindo aos guias turísticos pra dar um passeio na favela...

Muitas referências: camisa da seleção, bandeira do Flamengo, orelhão da Telemar e garrafas de Guaraná Antártica ao lado da Coca-Cola. Tem até uma piada que só quem entende o nosso idioma (e o inglês) entende. E nada do Cristo, bondinho e outros clichês.

E o Hulk, muito bem representado. Um cientista atormentado, que virou um monstro verde por acidente, e não gosta disso!

A única parte decepcionante foi a tradicional cena após o fim dos créditos. Cerca de 100 pessoas esperaram e saíram um pouco insatisfeitas.

Próximo da lista: Batman - O Cavaleiro das Trevas

P.S.: Mas eu prefiro o filme de 2003!

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