Pular para o conteúdo principal

Os muitos nomes do Skank

Skank - EstandarteBatizar uma banda é algo difícil, e muitas vezes o resultado é desastroso. Diversas bandas, embora sejam muito boas, possuem nomes péssimos. Quer uns exemplos? Kid Abelha, Os Paralamas do Sucesso, Los Hermanos, Biquini Cavadão.

Nesse ponto, acho que o Skank é uma banda feliz. O nome é curto, forte, e fácil de gravar. Mas o que acho mais interessante é a criatividade dos mineiros para batizar seus discos. Vejam só a lista:

Skank

Calango

O samba poconé

Siderado

Maquinarama (o melhor de todos)

MTV Ao Vivo: Ouro Preto

Cosmotron

Radiola

Carrossel

Estandarte (próximo lançamento!)

Todos os nomes de discos poderiam batizar bandas, exceto o MTV Ao Vivo, por razões óbvias.

A conclusão disso tudo: se estiver em dúvida para batizar sua banda, peça uma sugestão a Samuel Rosa e seus amigos!

Comentários

  1. Uma vez nos EUA um cara perguntou se eu tinha músicas de algumas bandas brasileiras, falei o nome de algumas, quando disse Skank ele deu risada e perguntou o porquê do nome Skank, eu disse que não sabia, ele então mostrou algumas mulheres que seriam definidas como skank.

    Segue a definição que encontrei depois na internet:

    Derogatory term for a (usually younger) female, implying trashiness or tackiness, lower-class status, poor hygiene, flakiness, and a scrawny, pockmarked sort of ugliness. May also imply promiscuity, but not necessarily. Can apply to any race, but most commonly used to describe white trash.
    Eg: You know that girl Crystal that lives in the trailer park? She's a total skank.

    Abraço cara, blog da hora..

    ResponderExcluir
  2. Então pelo jeito o nome do Skank não é tão bom assim...

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…