Pular para o conteúdo principal

Conto de natal

dynaviosn Eu tinha só um controle para jogar meu Dynavision 3, e ele tava com uns botões estragados. Resolvi pedi pedir para o Papai Noel um par de joysticks Turbo Pad Control.

E embora minha mão dissesse que eu estava precisando de um guarda-chuva e que era isso que o Papai Noel ia me dar, e eu tinha certeza de que eu ia ganhar os apetrechos do meu videogame.

Decepção foi a hora que em que vi um guarda chuva aberto, com uma etiqueta escrito "Gregório". Peguei o guarda chuva com uma carinha triste, tirei ele do chão, quando percebi: lá debaixo estava meu embrulho de verdade! Papai Noel foi legal comigo!

Um feliz natal pra vocês!

Leia também:

Conto de natal (2007)

Meu primeiro videogame

Comentários

  1. Por um momento achei que o Papai Noel ia te deixar na mão. Ainda bem que me enganei!

    ResponderExcluir
  2. legal...
    foi boa a história...
    Aconteceu a mesma coisa comigo uma vez, porém não era um guarda chuva e sim uma mochila. DETALHE: Não tinha nenhum bonequinho do comandos em ação dentro! :(


    PS: Gregório, sugestão para o ano novo de quem acompanha seu blog. Eu gosto muito de comentar os posts de todos, mas o seu blog particularmente é muito chato comentar porque fica pedindo uma pá de coisas. Confirmação visual, identificação e tals. Conserta isso, comentários livres! Abraço!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…

Quanta inovação pode conter um chinelo?

Não, eu não vou falar das Havaianas. A história da fabricante de chinelos brasileira que coloriu seus chinelos (que eram) feiosos e passou a ser um ícone da moda mundial já foi suficientemente explorada como exemplo de inovação no mundo dos negócios.

Eu vou falar é da Florine Chinelos, marca bem menor, mas com um produto interessantíssimo e um potencial de crescimento tremendo. Conheci a história da empresa em uma palestra de Alexandre Robazza, do SEBRAE SP.


Parece bucha de banho, né? Mas na verdade é o mesmo material utilizado para fazer tapetes. Aliás, o chinelo foi criado numa fábrica de tapetes.
Incomodado com as tiras que sobravam na fabricação dos tapetes, o criador do produto Carlos Gasparini, buscava alguma utilidade para os retalhos, até que um dia teve a ideia de fazer um chinelo. Após várias tentativas e com o protótipo em mãos, foi procurar o SEBRAE.
Com o apoio do SEBRAE, patenteou o produto, registrou a marca e começou a produção. Claro que não foi da noite para o dia, h…