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Mostrando postagens de Agosto, 2008

Mallu Magalhães

Primeiro show da cantora de 16 anos em Minas Gerais e já no Grande Teatro do Palácio das Artes. Chegou bem cheia de moral, hein?

Antes do show começar, a atração era observar o público. Em sua maior parte, era composto por garotas entre 13 e 18 anos, muitas delas acompanhadas pelos pais. Completavam os assentos do teatro muitas pessoas da imprensa, vários indiezinhos e indiazinhas e fãs das bandas que iriam tocar depois da Mallu.

Ao começar a apresentação, o público tinha um olhar que misturava curiosidade e desconfiança . O fato de todos estarem sentados contribuiu um pouco para a frieza da recepção, e Mallu entrou em cena já reclamando da fumaça de gelo seco.

Pelo fato da maioria das gravações disponíveis em MP3 da Mallu Magalhães serem ao vivo, já tinha uma idéia do que esperar do show de Belo Horizonte. Mas fiquei muito surpreso com a banda que a acompanhava, composta por um guitarrista vindo dos Beatles, um tecladista do Oasis, o baterista do The Who e um trovador solitário no baixo…

É errado ser inteligente?

Às vezes tenho a impressão que muitas pessoas acham isso. Principalmente as menores que um metro e meio. Penso nas crianças na escola: o inteligente sempre é excluído e criticado por seus coleguinhas, muitas vezes apelidado por nomes pejorativos como cabeção, cdf ou caxias. A popularidade então é praticamente nula, a não ser na hora da divisão de grupos de trabalhos escolares.

Quando eu tiver meus pimpolhos, eu vou querer que eles sejam nerds. E vou ensiná-los que isso sim é que é legal!

Turma da Mônica Jovem

Surgiu nas bancas nesse mês uma nova revista dos estúdios Maurício de Sousa. Turma da Mônica Jovem (que título horroroso) é em estilo mangá e mostra as crianças do bairro do Limoeiro em versão adolescente.

A maneira que a história é conduzida dá a impressão que a turminha cresceu de um dia para o outro. Há frases como "Nem acredito que tenho mais de cinco fios", do Cebolinha; e "Não sou mais aquela esganada de antes", da Magali, que indicam uma passagem de tempo instantânea.

É curioso ver o Cebolinha babando pela Mônica e pela Marina, e o Cascão saindo do banheiro, sujando a mão de seu pai com "gel" e dizendo que o banho acabou faz tempo....

Não acredito que a revista vá atrair muitos novos leitores. Provavelmente, só aqueles que já conhecem bem os personagens vão acompanhar o título. E depois de algumas edições, já não vai ter mais graça ficar imaginando como seria cada um deles no futuro.

De qualquer forma, é uma leitura agradável, bem leve e divertida. Val…

Star Wars: Clone Wars

George Lucas realmente sabe ganhar dinheiro. Quando os fãs acharam que a série Star Wars tinha abandonado os cinemas, surge uma animação em computação gráfica pra levar mais gente à tela grande.

O filme agrada. A história se passa entre os Episódios II e III da saga original e traz de volta ao público Yoda, Anakin e Obi-Wan. Os personagens lembram os bonecos dos Thunderbirds, e a animação não procura ser realista - e eu acho isso bom.

Uma ausência notável foi a da clássica música de abertura, presente em formaturas, casamentos e vídeos caseiros. A trilha sonora foi feita por Kevin Kiner, que usou uma versão modificada do tema original de John Williams.

Clone Wars complementa bem a saga e é indispensável para qualquer fã de Star Wars. Para o resto do mundo, é apenas uma boa diversão.

Johnny Castaway

Na época em que uma das coisas mais legais pra se fazer no computador era incrementá-los com protetores de tela trocados com os amigos via disquete, passei um bom tempo assistindo ao náufrago Johnny Castaway. Apesar do arquivo ser bem pequeno, há uma infinidade de situações diferentes. Uma boa diversão pra quando você está almoçando e o PC fica ligado.

Quem quiser baixar o protetor de tela é só clicar AQUI!

Superbad - É Hoje

Mais um daqueles longas onde um bando de adolescentes quer perder a virgindade no baile de formatura do segundo grau. A mensagem do filme "Superbad" para os nerds é para que eles valorizem as mulheres, e não bebam. Resumidamente.

Sinceramente, achei o filme muito sem graça, e fiquei contando os minutos para que ele acabasse. Não sei se é porque é ruim mesmo, ou se sou eu quem está ficando velho pra gostar desse tipo de história.

Prova de amor (?)

Sabe aquelas coisas que te deixam roxo de vergonha, e com vontade de esconder até a 10º geração de seus herdeiros? Pois é, passendo em Araxá hoje percebi uma situação assim.

Na movimentada Avenida Antônio Carlos, uma faixa com os dizeres:
"Alex
Te Amo!!!
Não vivo sem você, me perdoa,
volta pramim!!! (sic)
Hiziele"
A faixa estava lá, pra cidade inteira ver, e agora faço a gentileza de divulgá-la pro resto do mundo.

Mas se fosse comigo, depois desse mico, eu não perdoava de jeito de nenhum...

As malditas risadas ao fundo

Se tem uma coisa que me incomoda muito em programas humorísticos na TV, são as risadas ouvidas ao fim de uma piada.

A impressão que tenho é de que estão subestimando minha inteligência. Onde já se viu me avisar qual é a hora de rir? Eu consigo entender as piadas, e se eu não conseguir eu não vou rir só porque tem uma risadinha irritante ao fundo!

A Bússola de Ouro

Quando assisti ao filme "A Bússola de Ouro", saí do cinema querendo ler o livro, de Phillip Pulmann. Alguns meses depois, terminei essa tarefa.

E sem arrependimentos! É uma bela história de fantasia, em um mundo diferente do nosso, com uma mitologia intrigante. Depois revi o longa.

O filme infantiliza um pouco a história, cortando as referências a bebida, cigarro e religião. Mas isso não é um defeito, até porque amplia o alcance da história para os pimpolhos.

Só fiquei um pouco decepcionado com o desfecho, pois os capítulos finais do livro não foram incluídos no filme. Se eu tivesse lido antes de assistir acho que ia ficar insatisfeito...

Nota baixa para as legendas brasileiras do filme: os tradutores ignoraram o termo "aletiômetro", chamando o instrumento de "bússola" o tempo todo.

De qualquer forma, o longa cumpriu seu papel. Me divertiu, e me incitou a ler a obra original.

P.S.: um grande momento da trama, para quem aprecia matemática e religião, é quando o …

Bloco do Eu Sozinho

5 de agosto de 2001, meu aniversário, ganhei o CD Bloco do Eu Sozinho, do Los Hermanos.

Na época, meus amigos me perguntaram o que eu queria ganhar deles. Pedi o CD e começaram a zombar de mim: "Credo, aquela bandinha da Anna Júlia", "Loser manos é muito ruim", "Pode escolher outra coisa". Mas me deram o álbum mesmo assim.

Dois anos depois, a banda finalmente foi compreendida e caiu nas graças do público, inclusive dessa minha turma de amigos, que passaram a ouvir o disco que me deram, e reconhecer que eu estava certo (risada maléfica).

Jogos Mortais (Saw)

Até 4 dias atrás, eu nunca tinha assistido nenhum filme dos Jogos Mortais. Agora eu já vi todos.

Pelo título e pelas campanhas de marketing, eu imaginava que a série era um punhado de historinhas de terror adolescente, onde uma turma se perde ou é perseguida, e ao final de inúmeras mortes gratuitas você descobre qual dos coleguinhas é o assassino. Mas não é assim.

Jogos Mortais, é o mais impactante e surpreendente. Um história inteligente, onde todas as peças se encaixam, com um desfecho fantástico.

Jogos Mortais II repete a fórmula, mas mantém a qualidade. É uma seqüência direta, e vários momentos do primeiro filme são reprisados para que a trama faça sentido.

Jogos Mortais III serve como uma espécie de desfecho da história. Comparado com os dois primeiros longas é inferior, mas ainda assim é um está acima da média.

Jogos Mortais IV é uma história confusa e completamente dispensável. Parece ter sido feito pra aproveitar a marca e gerar mais alguns trocados pro estúdio.

Mas o saldo final é …