Pular para o conteúdo principal

Moptop em São José dos Campos

Moptop

Sexta-feira 13, primeira vez que vou a um show de rock relevante em São José dos Campos. Foi no reinaugurado Hocus Pocus, um lugar pequeno, quente e abafado. De qualquer forma, meu espírito rock’n roll relevou a situação e me permitiu apreciar um grande show.

A noite começou com a banda Five-O-Five, que animou o pessoal com músicas do Arctic Monkeys, fez um interessante cover dos Strokes e arriscou tocar Radiohead. Foi seguida pela banda Regra de Três, que fez um bom show, mas não levantou a platéia.

O Moptop fez um show bastante intenso, que dividiu os presentes em 5 grupos: os fãs da banda que estavam lá para assistir à apresentação; os adolescentes roqueiros que se batiam na mosh pit, as groupies rebolativas na beirada do palco; os que não conheciam a banda mas queriam acompanhar um bom show de rock; e os que estavam lá apenas para ir à uma balada genérica – que eram a maioria, visto que quando o show terminou, a casa estava praticamente vazia.

Mas valeu a pena. O Moptop, com seus dois discos oficialmente lançados, já tem um repertório suficiente pra se fazer um grande show – e ao vivo eles mantem a qualidade das gravações.

Comentários

  1. Foi fodido o show *---*
    Eu sou do grupo dos fãs, no ultimo show deles na Hocus não pude assistir até o final

    E foi fodidasso quando a Five-O-Five tocou The Strokes, até sair do bar para ir lá curtir da pista mesmo

    E sobre a Hocus, é pequena e abafada mesmo
    Mas sempre tem shows bons, quem curte underground não se importa com luxo LoL

    Abraços

    ResponderExcluir
  2. acho que a melhor parte do Hocus Pocus é o fato de ser pequeno, quente e abafado mesmo.

    Até o Cavern Club era assim, pq não o Hocus?

    O show foi foda mesmo.

    E o 505 mandaram bem pra caralho.

    ResponderExcluir
  3. Bom dia meu querido amigo "Gregório", no Hocus é sempre asim né, um lugar quente, pekeno, pertado porem com uma energia "inoxidavel", na sua póstagem eu apenas não entendi o seguinte comentario : "Foi seguida pela banda Regra de Três, que fez um bom show, mas não levantou a platéia." pelo que eu vi desde a fila, todos estavam em PÉ, e pel oqeu presenciei, curtindo muito, talvez na hora do show do regram vc poderia estar no banheiro, não? Bom, não sei ao certo o seu ponto de vista real durante o show, mas opnião é opnião certo?

    ResponderExcluir
  4. Marcos Leandro,
    não conhecia o local, mas embora seja pequeno, quente e abafado, espero voltar lá mais vezes.
    Sobre o show da Regra de Três (banda com um dos nomes mais originais que conheço), eu disse que foi bom e eu gostei de verdade. Mas eu realmente achei que a platéia não estava tão animada. É só uma opinião, mas fico feliz que você achou o inverso, pois a banda realmente é boa.

    ResponderExcluir
  5. Anônimo2:19 AM

    achei o show muito bom!! o moptop foi bem lega, 505 mandaram muuuito, só o regra de tres que eu achei parado, parece los hermanos.

    ResponderExcluir
  6. Anônimo7:10 PM

    realmente sexta foi demais, a primeira banda, de covers foi fenomenal.. o moptop destruiu.
    gostei mto tambem

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

O custo de um carro popular é muito maior do que você pensa (uma história real)

Nunca tive o sonho de comprar um carro, até mesmo porque nem gosto de dirigir fora do videogame. E como até pouco tempo atrás eu tinha transporte da empresa para o trabalho, comprar um carro seria um capricho muito caro e desnecessário. Até que voltei para Belo Horizonte e senti a necessidade de comprar um automóvel para ter um pouco mais de conforto. Comprei meu primeiro carro em maio de 2014.

Em 30 meses e pouco mais de 43.000 km rodados, o meu carro gerou um custo mensal de R$1407,02.


Esse valor não inclui o valor que paguei no automóvel, ele refere-se apenas a gastos realizados que não poderão ser repostos com a venda do carro. Pode até parecer um valor muito alto, mas ele foi rigorosamente calculado e pode surpreender os desavisados.

E veja só, meu carro não é extravagante: é um Volkswagen up! com a maioria dos opcionais. Tem motor 1.0, consome muito pouco combustível e a manutenção é relativamente barata. É que mesmo um carro popular pode sair muito caro.

R$27.044,14 com despesas …

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…