Pular para o conteúdo principal

Tiny Toon Adventures

Um dos desenhos que mais marcou minha infância foi Tiny Toon. Trazia personagens da trupe do Looney Tunes numa versão infantilizada, e tinha a assinatura de Steven Spielberg. Lilica, Presuntinho, Felícia, Frajuto povoram minhas manhãs na TV e tardes no videogame.

tiny toon 5

Colecionava também as revistas em quadrinhos. Cada uma delas vinha com um pôster central cujo destino era ficar pregado no meu armário. Até não caber mais nenhum.

Foi um dos maiores fenômenos da animação do início dos anos 90, e abriu portas para outras grandes séries como Animaniacs, Pinky e Cérebro, e Freakazoid!

Recentemente, os DVDs da primeira temporada foram lançados no Brasil. Mas ao invés de lançaram um box com todos os episódios, lançaram 5 discos vendidos separadamente, cada um ao preço de R$29,90. Considerando que foram produzidas 3 temporadas, no total devem sair 15 discos, e nesse formato fica um pouco inviável comprar todos. Vou esperar um box. Queria muito esses desenhos na minha coleção, até porque Perninha e Plucky Ducky são muito mais divertidos que Pernalonga e Patolino!

Comentários

  1. Tiny Toon era legal, mas melhor que Pernalonga?

    ResponderExcluir
  2. Que que há, velhinho? O Perninha é super legal!

    ResponderExcluir
  3. Não esperei um box! Aproveitei uma promoção e já estou com os 4 primeiros discos!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…

O que acontece se um vampiro morder um zumbi? E se um zumbi morder um vampiro?

Já parou pra pensar no que acontece quando um vampiro morde um zumbi? Será que o zumbi vira um vampiro? E quando a situação é a inversa? Será que uma mordida de zumbi transforma o ser de dentes pontudos?
Tanto vampiros quanto zumbis são seres que podem ser classificados como "mortos-vivos". Isso significa que, apesar deles conseguirem executar certas ações que usualmente apenas os seres vivos são capazes, eles estão mortos. Na prática, se um vampiro morder um zumbi ou vice-versa não acontece nada. 

A razão desse efeito (ou da ausência de efeito) é que os zumbis mordem apenas seres vivos. Por esse motivo, eles não mordem outros zumbis, vampiros e múmias, por exemplo.
Por outro lado, os vampiros precisam se alimentar de sangue de seres vivos. E, embora os zumbis tenham sangue circulando em suas veias, eles já estão mortos.
Assim sendo, se um vampiro cruzar com um zumbi, certamente eles não se atacarão. E mesmo supondo que seja um vampiro doidão que queira morder um ser um put…

Quanta inovação pode conter um chinelo?

Não, eu não vou falar das Havaianas. A história da fabricante de chinelos brasileira que coloriu seus chinelos (que eram) feiosos e passou a ser um ícone da moda mundial já foi suficientemente explorada como exemplo de inovação no mundo dos negócios.

Eu vou falar é da Florine Chinelos, marca bem menor, mas com um produto interessantíssimo e um potencial de crescimento tremendo. Conheci a história da empresa em uma palestra de Alexandre Robazza, do SEBRAE SP.


Parece bucha de banho, né? Mas na verdade é o mesmo material utilizado para fazer tapetes. Aliás, o chinelo foi criado numa fábrica de tapetes.
Incomodado com as tiras que sobravam na fabricação dos tapetes, o criador do produto Carlos Gasparini, buscava alguma utilidade para os retalhos, até que um dia teve a ideia de fazer um chinelo. Após várias tentativas e com o protótipo em mãos, foi procurar o SEBRAE.
Com o apoio do SEBRAE, patenteou o produto, registrou a marca e começou a produção. Claro que não foi da noite para o dia, h…