Pular para o conteúdo principal

Os Trapalhões na terra dos monstros

os trapalhoes na terra dos monstrosMe lembro que o filme dos Trapalhões que eu mais gostava quando era criança era “Os Trapalhões na terra dos monstros”.

Encontrei o DVD em promoção e embora não tenha a menor paciência com o Didi nas tardes de domingo, resolvi comprar para relembrar as coisas que me faziam rir na minha infância.

Confesso que foi decepcionante. As poucas cenas de humor são piadas repetitivas e excesso de pastelão. Há merchandising descarado (e forçado), e a história é mais aventura que comédia. É engraçado ver o Gugu, Angélica e o finado grupo Dominó. Mas só pra lembrar dos anos 80.

Não sei porque eu gostava tanto desse filme. Talvez pelos monstrinhos feiosos.

Eu sei é que se eu não tivesse visto esse filme depois de adulto, a lembrança que eu teria seria muito mais interessante…

Comentários

  1. TÁ DE SACANAGEM NÉ

    O FILME É DE UMA METALINGUAGEM ÚNICA E MOSTRA O AUGE DO HUMOR TRASH NACIONAL

    EXISTEM POUCAS COISAS TÃOE ENGRAÇADAS QUANTO O GRUPO DOMINÓ ALEATORIAMENTE NO ALTO DA PEDRA DA GAVEA?

    Meh, você com certeza não viu chapado. :P

    ResponderExcluir
  2. A penúltima frase foi uma afirmação.

    ResponderExcluir
  3. Eu sei todos os diálogos desse filme... e eu tb sei que se eu ver hoje, não será com a mesma mágica de antes. Mas o legal é que naquela época todas as gracinhas faziam sentido e nem sabíamos o que era merchandising... se eu ver hoje, com ctz não será a mesma coisa, mas aproveitei o quanto eu pude!
    "VEM COMIGO VAMOS DANÇAR, HOJE É FESTA ESTAMOS NO AR."

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…