boo-box

25 abril 2009

Matt & Kim

Matt & Kim - Grand

Faz parte da vida do indie rocker conhecer novas bandas a cada dia, muitas vezes as considerando “a melhor banda de todos os tempos da última semana”. A parte boa é que sempre há algo de novo e bom para se ouvir. A parte ruim é que às vezes você acaba conhecendo a banda tarde demais.

Flaming Lips, Yeah Yeah Yeahs e MGMT foram algumas das bandas que tocaram no Brasil, mas eu sequer as conhecia na época. E perdi a chance de vê-las ao vivo.

Por isso, já estou avisando: escutem Matt & Kim. Há rumores fortíssimos de que eles virão ao Brasil nesse ano. E se não se prepararem desde agora, pode ser que se arrependam depois!

24 abril 2009

Santa tartaruga!

tmnt

As Tartarugas Ninja foram minhas personagens preferidas durante boa parte da minha infância. Além de assistir à animação, lia os quadrinhos, jogava os jogos do NES e SNES, tinha os bonequinhos e outros jogos, usava um pijama do Donatello e ainda tinha uma cuequinha personalizada!

E eu também via os filmes que passavam no cinema! Não me lembro muito bem deles. Só lembro que gostava muito do primeiro, achava o segundo fantástico e o terceiro era muito fraco.

Em 2007, uma animação em computação gráfica foi lançada, e é claro que fui assistir! Mas foi um pouco decepcionante – a história é bobinha, e não tem as tiradas de humor que tanto me divertiam.

E por que me lembrei das tartarugas de repente? É porque anunciaram um novo filme da trupe! Vai ser só em 2011, mas acho que consigo esperar…

Fiquei pensando: já lançaram boxes de séries antigas tais como He-Man, She-Ra, Jaspion, Jonny Quest, Looney Tunes. Bem que podiam lançar os antigos desenhos das Tartarugas Adolescentes Mutantes Ninja! Eu seria o primeiro a comprar.

Cowabanga!

19 abril 2009

mpQualquercoisa

avio c1000 - Cópia

Quando um dos meus celulares estragou, achei que seria interessante comprar um novo aparelho que suportasse 2 chips simultâneos.

As grandes fabricantes não produzem esse tipo de telefone, nem é possível encontrá-los nas lojas das operadas. Quem quiser tem que comprar um importado Made in China.

O que eu comprei é essa da foto, o Avio C1000. Mas isso não importa – você encontra dezenas de modelos diferentes, cujas diferenças são mínimas. Podem ser chamados de MP7 a MP10, mas isso tudo é bobagem. Só pra ter uma idéia, encontrei o meu C1000 sendo vendido como MP7, MP8 e MP10.

Para esclarecer essa nomenclatura picareta, sugiro uma consulta ao artigo MPx Player, da Wikipédia.

Mas além de funcionar com 2 chips ao mesmo tempo, o que o meu MPinfinito tem?

MP3 player: O som é bom, e o tempo de mudança de música para outra não incomoda. O grande problema é que não há um software de organização de músicas tal qual o iTunes, o que implica ao usuário organizar suas músicas em pastas antes de gravá-las no cartão de memória.

Vídeo player: A tela tem um bom tamanho para visualização dos vídeos. O ideal é salvar os filmes no formato 3gp (e não MP4, como sugerido). Eficiente.

Câmeras: São 2 câmeras. Embora a carcaça do aparelho informe que elas tem 6 Megapixels de resolução, a maior foto que você consegue tirar é em VGA (0.3 MP). E a impressão que dá é que, mesmo em VGA, a foto é interpolada, pois a imagem é muito ruim. O flash de LED não ilumina o suficiente. Para filmar, 2 (dois) quadros por segundo. Dispensa qualquer outro comentário.

Saídas de som: Há uma caixa de som boa, e uma saída para fone de ouvido, que acompanha o aparelho. Mas qualquer fone convencional pode ser usado.

TV: Recepção de sinal analógico da TV, com a imagem muito boa. Serve basicamente pra duas coisas: você chegar pra um amigo e falar: “Olha que legal, meu telefone pega televisão!” ou então pra assistir um jogo de futebol quando você estiver no meio de uma viagem. É possível gravar o programa que está passando na TV.

Touch Screen: Serve principalemnte pra dar um charme pro aparelho, pois todas as suas funções são acessiveis pelo teclado. É interessante usá-la pra escrever SMS. Mas a resposta aos comandos é lenta.

Acelerômetro:  Se você virar o aparelho 90 graus, a tela também vira. Chacoalhando o aparelho, você troca o papel de parede. Dispensável, mas ajuda a vender.

Internet: Acessa apenas WAP, via GPRS. A tela grande facilita a navegação. O difícil é configurá-la – as operadoras não estão preparadas, então você tem que fazer tudo manualmente. Nada que umas pesquisas na web não resolvam, embora isso tenha me demandado um tempo considerável.

Softwares: Nada relevante. Uns joguinhos bobos, calendário, conversor de unidades, etc. Uma grande falha é que não é possível instalar novos aplicativos.

Memória: Aceita cartões MicroSD de até 4 gigabytes. É mais do que o suficiente, pois as fotos e vídeos que você fizer vão ocupar um espaço irrisório da memória. Dá pra colocar umas 1000 músicas.

Bluetooth: Não usei muito, só posso dizer que funciona.

Conclusões

Está bem longe de ser um smartphone, é um aparelho voltado principalmente para multimídia. Mas ele é meio “pato”: sabe nadar, andar e voar, mas não faz nada disso direito.

Seu grande mérito está na possibilidade de uso de 2 chips – aliás, esse foi o motivo que me fez comprá-lo. Mesmo que ele não tivesse nenhum dos outros recursos acima citados, valeria a pena. O preço é baixo, o que faz com que a relação custo-benefício seja interessante.

P.S.: Meu aparelho que estragou não foi o Motofone F3, foi um outro bem mais antigo. Vendi o meu F3, mas ainda acho que ele é uma boa pedida, dependendo da sua necessidade!

17 abril 2009

Sérgio Mallandro na UFMG

Sérgio Mallandro irá se apresentar na festa da Vacaiada, que acontecerá na UFMG no dia 15 de maio. Mas o que um ex-apresentador infantil faz numa festa de universitários?

De alguns anos pra cá, tudo relacionado aos anos 80 ganha o rótulo de cult, incluindo o humorista com um boné de helicóptero. E a turma que assistia seu programa pela manhã e vibrava com a porta dos desesperados, hoje está nas universidades.

Assistir o Mallandro fazer gluglu e farofafá traz lembranças da infância de cada um, que riem do sem-graça mais engraçado que existe.

O vídeo de divulgação da festa já está disponível no Youtube, e em uma semana atingiu a marca de 2000 visitas. Você pode vê-lo abaixo:

A Vacaiada promete!

Flyer da festa

Twittering

twitter_logo_header

Ashton Kutcher desafiou a CNN a ser o primeiro usuário do Twitter a atingir 1 milhão de seguidores. E venceu!

Conclusão? Parece que há mais gente no mundo interessada na vida de uma celebridade que em notícias de todo o mundo.

A propósito, no Twitter também há algumas gregoriosidades. E não sou seguidor nem do ator, nem da emissora!

14 abril 2009

Ronaldinho Gaúcho

(em quadrinhos)

Panini_TM_Ronaldinho_01

Há pouco mais de 2 anos, Maurício de Sousa resolveu investir na imagem de Ronaldinho Gaúcho e lançou uma revista trazendo o jogador como personagem principal.

Já li duas edições para avaliar!

Na capa, o logotipo da Turma da Mônica serve como uma espécie de selo de qualidade. Afinal, o estilo das histórias e o estúdio de criação são os mesmos.

Isso significa que a revista é bem feita. Mas não espere encontrar Mônica, Cebolinha e companhia na revista do Gaúcho – a turminha que aparece nas histórias é outra, baseada na família e amigos de infância de Ronaldinho.

Na maioria das vezes, futebol é o assunto principal. E várias janelas são quebradas por edição.

Só fiquei incomodado com o visual da personagem principal. Creio que, principalmente por causa de seu cabelo comprido, Ronaldinho parece ser uma criança um pouco andrógina. Mas não creio que as crianças acharão que ele é uma menina

Nas bancas, petenho a impressão de que a tiragem das revistas do Ronaldinho Gaúcho é a menor dentre as da turma da Mônica. Mas isso está longe de ser um problema: as histórias do jogador são traduzidas para 32 idiomas e publicadas em diversos países[1]!

Se você gosta de quadrinhos infantis, vale a pena conferir. E se não gosta, compre para seu priminho pequeno!

Voltagem

Desde que comecei meu curso técnico em eletrônica, os professores sempre recriminaram o uso da palavra "voltagem" para designar a diferença de potencial elétrico. Diziam que o certo é tensão. Aprendi assim.


Na universidade, alguns professores falavam em voltagem - mas eles eram do departamento de física e, de acordo com os engenheiros, voltagem é um termo usado erroneamente pelos físicos.


Mas será que voltagem é tão errado assim? Resolvi pesquisar.
Todos os dicionários que pesquisei trazem a palavra voltagem como sinônimo de tensão. Muitos livros técnicos também tratam os termos como sinônimos. Ou seja: ambos estão certos.


(a partir de agora, teorias inventadas pela minha cabeça)
O termo em inglês é "voltage". Creio que, numa livre adaptação à língua portuguesa, virou voltagem (a unidade de medida de diferença de potencial é o Volt). Com o tempo, a palavra passou a ser mais e mais usada e assim, fazer parte do nosso vocabulário - e dicionário.


Os engenheiros se recusaram a usar o termo derivado do inglês. O que é contraditório, pois é muito comum na profissão usar termos em inglês mesmo quando existe um equivalente na língua oficial de nosso país. De qualquer forma, na primeira escola de engenharia do país, disseram que falar em voltagem era errado e esse conhecimento tem passado de geração para geração.


Engraçado é que geralmente engenheiros não sabem usar bem o português e nesse caso, na única coisa em que acham que estão certos tratando-se de gramática, não estão.


Eu continuo falando tensão e/ou diferença de potencial. Meu cérebro está mais acostumado com esses termos, e evita que os companheiros de profissão me olhem feio, achando que sou um analfabeto.


Mas não me venha falar em amperagem! Essa palavra sim, é bisonha e está errada! Corrente elétrica, por favor...