Pular para o conteúdo principal

Arquivo X – Os Filmes

Arquivo X - O Filme - Resista ao futuro Arquivo X foi um dos símbolos da cultura pop da década de 90. E o seriado de sucesso foi levado à telas do cinema em 1998, num dos grandes filmes de ficção científica da época.

Arquivo X se situa entre a quinta e sexta temporada da série, mas tem uma trama com informações suficientes para que qualquer ser humano acompanhe bem a história.

Mas nem precisava ser assim. Pra se ter uma ideia do quão diverso era o público, até a revista Caras publicou uma série de 12 livros da série. Isso mesmo, a CARAS!

O pôster desse filme ficou alguns anos pregado na parede do meu quarto.

10 anos depois, a série voltou ao cinema com o longa Arquivo X: Eu quero acreditar. Com uma trama que envolvia um padre vidente e transplante de cabeça. Sem ETs.

Dessa vez, o filme quase passou em branco pelos cinemas. Lembro que assisti na estreia, numa sala vazia. A maioria dos espectadores estava lá só porque não haviam conseguido comprar ingressos para assistir O Cavaleiro das Trevas.

Cronologicamente, o segundo filme se passa alguns anos após o fim da série. E quem nunca assistiu os episódios não acha graça nenhuma no longa-metragem.

Basicamente, o primeiro filme é muito legal, e o segundo serve pra lembrar o quanto o primeiro é legal. Mas ele também tem seu valor. E os dois ocupam lugar de destaque na minha memória e na minha prateleira.

Comentários

  1. Isso me faz lembrar que até hoje ainda não assisti às últimas temporadas do seriado. Arquivo X era simplesmente demais.

    ResponderExcluir
  2. Eu também não assisti. Mas estou revendo as primeiras antes. Já vi até a quinta temporada, comecei a sexta hoje!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…

Quanta inovação pode conter um chinelo?

Não, eu não vou falar das Havaianas. A história da fabricante de chinelos brasileira que coloriu seus chinelos (que eram) feiosos e passou a ser um ícone da moda mundial já foi suficientemente explorada como exemplo de inovação no mundo dos negócios.

Eu vou falar é da Florine Chinelos, marca bem menor, mas com um produto interessantíssimo e um potencial de crescimento tremendo. Conheci a história da empresa em uma palestra de Alexandre Robazza, do SEBRAE SP.


Parece bucha de banho, né? Mas na verdade é o mesmo material utilizado para fazer tapetes. Aliás, o chinelo foi criado numa fábrica de tapetes.
Incomodado com as tiras que sobravam na fabricação dos tapetes, o criador do produto Carlos Gasparini, buscava alguma utilidade para os retalhos, até que um dia teve a ideia de fazer um chinelo. Após várias tentativas e com o protótipo em mãos, foi procurar o SEBRAE.
Com o apoio do SEBRAE, patenteou o produto, registrou a marca e começou a produção. Claro que não foi da noite para o dia, h…