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Pato Fu. De novo.

Domingo eu fui ao meu 13º show do Pato Fu. E sábado no 12º. Percebe-se que sou suspeito pra falar da banda, mas eu insisto.

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A banda se prepara para lançar seu décimo disco, em quase 18 anos de carreira. Até lá, continua a turnê do álbum Daqui pro futuro. Nesse final de semana fez dois grandes shows no SESC Pompeia.

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Nos dois dias, ingressos esgotados. A plateia dos patos é diversa, tem velhinhas e crianças, mães e filhas dos fãs que cresceram. E novos fãs, é claro.

Todos os álbuns da carreira estiveram presentes no setlist – a banda já chegou num ponto em que sempre vai faltar um hit, mas não dá pra tocar 50 músicas por show.

Por isso, boas surpresas como a clássica e (des)conhecida “Mamãe ama é o meu revolver” são tão bem recebidas – e cantadas a plenos pulmões – ainda que apenas por 15% da plateia.

Pela primeira vez, a banda apresentou uma nova versão da música “Simplicidade”, num clima bem Belle and Sebastian. Com um conceito muito diferente do original, emocionou os presentes.

O repertório ainda incluiu a clássica “Rotomusic de Liquidificapum” que foi emendada ao “Hino Nacional do Pato Fu” e assustou parte do público – enquanto a outra parte batia a cabeça e os pés, se contendo pra não levantar das cadeiras do teatro.

Da roda de pogo punk, a banda foi direto para “Canção pra você viver mais”, seguida uma canção em japonês emendada com um metal na voz da capeta Fernanda. Nenhuma outra banda no mundo consegue emendar músicas tão diferentes e ainda assim soar coerente.

Já tá decidido. A banda que vai tocar na festa do meu casamento vai ser o Pato Fu.

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Leia também:

Pato Fu no Boulevard Tatuapé

O patofã

Comentários

  1. "a banda já chegou num ponto em que sempre vai faltar um hit, mas não dá pra tocar 50 músicas por show."
    Los Hermanos já chegou nesse ponto com apenas 4 cds. Claro, é apenas a minha opinião. hehehe...

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  2. Los Hermanos faria um show só de hits com apenas o segundo e terceiro CDs.

    Mas eu ainda prefiro o Pato Fu!

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