Pular para o conteúdo principal

Príncipe da Pérsia – As areias do tempo

jake-gyllenhaal-prince-of-persia-movie-poster_a Adaptações de videogames para o cinema são sempre cercadas de expectativa e sucedidas por uma grande decepção. Engraçado é que, mesmo com resultados tão ruins, cada vez que um novo filme é anunciado os gamemaníacos passam a acompanhar a produção e realmente acreditam que pode sair ujma coisa boa.

Pelo histórico, a adaptação do jogo Prince of Persia tinha tudo pra se tornar uma bomba. Mas eu obviamente tinha que assitir pra pelo menos ter o direito de falar mal.

Embora o jogo tenha uma versão recente em 3D, o seu grande sucesso foi no começo da era dos computadores pessoais. Passei boas horas no meu 486 até concluir a difícil saga do príncipe da Pérsia (e só consegui usando códigos secretos).

O filme é repleto de referências ao jogos. A características movimentações da personagem principal, os puzzles, as cenas com a tela em scroll lateral, está tudo lá. E a história convence.

O filme nada mais é que uma grande história de aventura e agrada mesmo quem não conhece o jogo. Seria o Príncipe da Pérsia a melhor adaptação de um videogame para o cinema feita até o momento? Eu acho que sim.

Comentários

  1. Seria o Príncipe da Pérsia a melhor adaptação de um videogame para o cinema feita até o momento? Se o filme não fosse péssimo - tive a infelicidade de assistí-lo - eu diria que sim, mas ainda fico com o menos pior Tomb Raider.

    ResponderExcluir
  2. eu ainda não vi o filme. e confesso que nunca joguei o jogo. mas eu gosto muito de filmes assim: blockbuster, cheio de efeitos, uma história atraente, ou seja, filmes megalomaniacos!
    acho que vou ve-lo essa semana, e fugir de eclipse!!!

    abraços
    marco

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…

O que acontece se um vampiro morder um zumbi? E se um zumbi morder um vampiro?

Já parou pra pensar no que acontece quando um vampiro morde um zumbi? Será que o zumbi vira um vampiro? E quando a situação é a inversa? Será que uma mordida de zumbi transforma o ser de dentes pontudos?
Tanto vampiros quanto zumbis são seres que podem ser classificados como "mortos-vivos". Isso significa que, apesar deles conseguirem executar certas ações que usualmente apenas os seres vivos são capazes, eles estão mortos. Na prática, se um vampiro morder um zumbi ou vice-versa não acontece nada. 

A razão desse efeito (ou da ausência de efeito) é que os zumbis mordem apenas seres vivos. Por esse motivo, eles não mordem outros zumbis, vampiros e múmias, por exemplo.
Por outro lado, os vampiros precisam se alimentar de sangue de seres vivos. E, embora os zumbis tenham sangue circulando em suas veias, eles já estão mortos.
Assim sendo, se um vampiro cruzar com um zumbi, certamente eles não se atacarão. E mesmo supondo que seja um vampiro doidão que queira morder um ser um put…

Quanta inovação pode conter um chinelo?

Não, eu não vou falar das Havaianas. A história da fabricante de chinelos brasileira que coloriu seus chinelos (que eram) feiosos e passou a ser um ícone da moda mundial já foi suficientemente explorada como exemplo de inovação no mundo dos negócios.

Eu vou falar é da Florine Chinelos, marca bem menor, mas com um produto interessantíssimo e um potencial de crescimento tremendo. Conheci a história da empresa em uma palestra de Alexandre Robazza, do SEBRAE SP.


Parece bucha de banho, né? Mas na verdade é o mesmo material utilizado para fazer tapetes. Aliás, o chinelo foi criado numa fábrica de tapetes.
Incomodado com as tiras que sobravam na fabricação dos tapetes, o criador do produto Carlos Gasparini, buscava alguma utilidade para os retalhos, até que um dia teve a ideia de fazer um chinelo. Após várias tentativas e com o protótipo em mãos, foi procurar o SEBRAE.
Com o apoio do SEBRAE, patenteou o produto, registrou a marca e começou a produção. Claro que não foi da noite para o dia, h…