Pular para o conteúdo principal

Gontijo tenta enganar o consumidor

Gontijo

Hoje aconteceu uma situação em que fui tão desrespeitado que resolvi contar isso para o resto do mundo para tentar evitar que isso aconteça com outras pessoas no futuro.

Fui comprar uma passagem no guichê da Empresa Gontijo de Transportes, em São José dos Campos, e o balconista me informou que o preço era R$81,20.

Entreguei R$82,00, recebi a passagem e aguardei meu troco. Enquanto o troco não vinha, vi um papel grampeado junto à passagem, e questionei:

- O que é isso?

- É o seguro.

- Mas aqui está escrito que é facultativo.

- É facultativo sim, mas eu já incluí o preço dele quando falei o preço da passagem.

Eventualmente eu poderia adquirir o seguro, mas da maneira que ele foi “oferecido” seria um absurdo aceitá-lo. Eu já estava sem troco, e ainda tentaram me empurrar um seguro opcional! O balconista me devolveu R$3,00, que era o preço do tal seguro.

Fazendo as contas: 82,00 – 3,00 = 79,00. Olhei a passagem e o custo era de R$76,19.

Troco errado, falta de atenção ou simplesmente má fé? Peguei mais R$2,80, anotei o nome do balconista e fui embora.

E ainda ficaram me devendo 1 centavo!

Comentários

  1. Júlia11:07 PM

    Um absurdo! Eles nunca oferecem esse seguro! Eu já pedi pra tirar também! A minha sorte é que quase sempre eu pago com cartão, então não tem como ficar me devendo nem 0,01!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

O custo de um carro popular é muito maior do que você pensa (uma história real)

Nunca tive o sonho de comprar um carro, até mesmo porque nem gosto de dirigir fora do videogame. E como até pouco tempo atrás eu tinha transporte da empresa para o trabalho, comprar um carro seria um capricho muito caro e desnecessário. Até que voltei para Belo Horizonte e senti a necessidade de comprar um automóvel para ter um pouco mais de conforto. Comprei meu primeiro carro em maio de 2014.

Em 30 meses e pouco mais de 43.000 km rodados, o meu carro gerou um custo mensal de R$1407,02.


Esse valor não inclui o valor que paguei no automóvel, ele refere-se apenas a gastos realizados que não poderão ser repostos com a venda do carro. Pode até parecer um valor muito alto, mas ele foi rigorosamente calculado e pode surpreender os desavisados.

E veja só, meu carro não é extravagante: é um Volkswagen up! com a maioria dos opcionais. Tem motor 1.0, consome muito pouco combustível e a manutenção é relativamente barata. É que mesmo um carro popular pode sair muito caro.

R$27.044,14 com despesas …

A regra básica para verificar se algo é verdade na internet

Um dia eu ainda quero compreender o que se passa na cabeça de alguém que inventa um boato e espalha pelo mundo. Será que o objetivo é apenas ser um agente do caos ou simplesmente rir das pessoas que acreditam. Só sei que não é de hoje que essas coisas existem (ou você realmente acredita que a Xuxa fez um pacto com o demônio e o Fofão tinha um punhal dentro do seu boneco?), só sei que a internet amplificou o alcance e a velocidade de todo tipo de boatos.

Por muitas vezes atuei (e continuo atuando) como um desmascarador de mensagens falsas entre os membros da minha família e amigos mais próximos, mas não adianta: se antes as bobagens eram espalhadas via e-mail, a diferença é que agora elas chegam via WhatsApp. Tento fazer o papel de mensageiro da verdade, mas é difícil ter sucesso...

Não espalho nada que eu não tenha verificado ou não confie na fonte. Se já espalhei alguma bobagem, pode ter certeza que foi na ignorância e que sinto vergonha por isso. Hoje em dia é muito fácil procurar …