Pular para o conteúdo principal

Resident Evil 4

residentevil_4_poster-afterlife

Adaptações de videogames para o cinema tem tudo pra dar errado, e normalmente é isso que acontece. Resident Evil é uma exceção. Depois de uma trilogia de relativo sucesso, chegou a hora da série entrar na tecnologia 3D.

A tecnologia, é o principal atrativo do filme. Pela primeira vez desde Avatar, foi lançado um filme que vale a pena pagar mais para ver em 3D.

O enredo é meio chinfrim, mas não importa. O filme serve mais como uma tarde de entretenimento cheia de ação e zumbis. Muitos zumbis.

A história foge da trama do jogo, mas isso não é novidade na franquia. Talvez seja esse um dos motivos do sucesso.

Restam poucos cinemas passando o longa-metragem. Se não assistiu, corra. Resident Evil é um espetáculo visual em 3D e fora dos cinemas não terá o mesmo impacto. E se você perder talvez nunca mais tenha a oportunidade de vê-lo…

Comentários

  1. Concordo. Já havia comentado isso inclusive com amigos meus. Um dos filmes que mais bem utiliza o recurso 3D.. É fantástica a tomada do avião pousando no topo do prédio.. Tive a (sorte..) de ver esse filme nas primeiras poltronas do cinema! Eu estava achando ruim a falta de lugares, contudo no fim gostei mais do que ver lá de trás!

    ResponderExcluir
  2. Júlia8:56 PM

    É... eu assisti por falta de opção... mas valeu a pena pela propaganda do inicio, ver o Kaká em 3D chutando uma bola na minha cara!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…

Quanta inovação pode conter um chinelo?

Não, eu não vou falar das Havaianas. A história da fabricante de chinelos brasileira que coloriu seus chinelos (que eram) feiosos e passou a ser um ícone da moda mundial já foi suficientemente explorada como exemplo de inovação no mundo dos negócios.

Eu vou falar é da Florine Chinelos, marca bem menor, mas com um produto interessantíssimo e um potencial de crescimento tremendo. Conheci a história da empresa em uma palestra de Alexandre Robazza, do SEBRAE SP.


Parece bucha de banho, né? Mas na verdade é o mesmo material utilizado para fazer tapetes. Aliás, o chinelo foi criado numa fábrica de tapetes.
Incomodado com as tiras que sobravam na fabricação dos tapetes, o criador do produto Carlos Gasparini, buscava alguma utilidade para os retalhos, até que um dia teve a ideia de fazer um chinelo. Após várias tentativas e com o protótipo em mãos, foi procurar o SEBRAE.
Com o apoio do SEBRAE, patenteou o produto, registrou a marca e começou a produção. Claro que não foi da noite para o dia, h…

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…