Pular para o conteúdo principal

Os 5 melhores discos nacionais de 2010

A cada dia descubro um artista nacional diferente, e é usual me surpreenderem positivamente. Das 5 bandas aqui listadas, 2 eu sequer sabia que existiam um ano atrás. Já vi todos os músicos citados ao vivo, e recomendo. Mas antes de ir aos shows, é interessante que você conheça os 5 melhores discos nacionais de 2010!

Cérebro Eletrônico - Capa Cérebro Eletrônico – Deus e o Diabo no Liquidificador

Tropicalismo, bom humor, psicodelia. Como se fosse uma versão dos Mutantes, adaptado para o século XXI. Indecente sem ser vulgar, contemporâneo sem perder a poesia.

capa Pata de Elefante – Na cidade

Trio instrumental. Sem palavras, conseguem despertar emoção no ouvinte. Música pra ouvir em casa, no carro, num piquenique - e principalmente num show ao vivo.

Garotas Suecas - Escaldante Banda (American Dust Records, 2010)

Garotas Suecas – Escaldante Banda

Pra roqueiros que sentiam falta de música pra dançar. Psicodelia e suingue setentista com uma roupagem moderna.

Pato Fu - Música de brinquedoPato Fu – Música de brinquedo

Inovador, todo gravado com instrumentos de brinquedo ou miniaturas. Não foi feito pra crianças, mas elas também gostaram. E mais: toda a parafernália acompanha a banda num dos shows mais disputados do ano.

Beeshop - The Rise and Fall of Beeshop Beeshop – The Rise And Fall Of Beeshop

Lucas Silveira, vocalista do Fresno, surpreende num trabalho solo que passa por música pop, rock, indie, cabaret, folk e até um pouquinho de emocore.

Leia também: Os 5 melhores discos internacionais de 2010

Comentários

  1. Vou ouvir todos! Enquanto isso minha dica: Um e Meio do Graveola e o lixo polifônico! Muuuuito bom! Na minha opinião o melhor do ano...

    ResponderExcluir
  2. Diane7:36 PM

    O disco do "Apanhador Só" não está na lista. Como assim? haha

    ResponderExcluir
  3. O disco do Apanhador Só estava na pré-seleção antes da lista com apenas 5 discos ser fechada.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…

O que acontece se um vampiro morder um zumbi? E se um zumbi morder um vampiro?

Já parou pra pensar no que acontece quando um vampiro morde um zumbi? Será que o zumbi vira um vampiro? E quando a situação é a inversa? Será que uma mordida de zumbi transforma o ser de dentes pontudos?
Tanto vampiros quanto zumbis são seres que podem ser classificados como "mortos-vivos". Isso significa que, apesar deles conseguirem executar certas ações que usualmente apenas os seres vivos são capazes, eles estão mortos. Na prática, se um vampiro morder um zumbi ou vice-versa não acontece nada. 

A razão desse efeito (ou da ausência de efeito) é que os zumbis mordem apenas seres vivos. Por esse motivo, eles não mordem outros zumbis, vampiros e múmias, por exemplo.
Por outro lado, os vampiros precisam se alimentar de sangue de seres vivos. E, embora os zumbis tenham sangue circulando em suas veias, eles já estão mortos.
Assim sendo, se um vampiro cruzar com um zumbi, certamente eles não se atacarão. E mesmo supondo que seja um vampiro doidão que queira morder um ser um put…

Quanta inovação pode conter um chinelo?

Não, eu não vou falar das Havaianas. A história da fabricante de chinelos brasileira que coloriu seus chinelos (que eram) feiosos e passou a ser um ícone da moda mundial já foi suficientemente explorada como exemplo de inovação no mundo dos negócios.

Eu vou falar é da Florine Chinelos, marca bem menor, mas com um produto interessantíssimo e um potencial de crescimento tremendo. Conheci a história da empresa em uma palestra de Alexandre Robazza, do SEBRAE SP.


Parece bucha de banho, né? Mas na verdade é o mesmo material utilizado para fazer tapetes. Aliás, o chinelo foi criado numa fábrica de tapetes.
Incomodado com as tiras que sobravam na fabricação dos tapetes, o criador do produto Carlos Gasparini, buscava alguma utilidade para os retalhos, até que um dia teve a ideia de fazer um chinelo. Após várias tentativas e com o protótipo em mãos, foi procurar o SEBRAE.
Com o apoio do SEBRAE, patenteou o produto, registrou a marca e começou a produção. Claro que não foi da noite para o dia, h…