Pular para o conteúdo principal

Comprando discos à moda antiga

Me dei conta que, embora eu compre dezenas de discos por ano, eu sempre os escuto antes. Quis lembrar o século passado e fui à loja de discos pra comprar um álbum que eu nunca tinha ouvido e ter a surpresa da descoberta de um trabalho artístico.

Saí com duas reedições, mas inéditas pra mim. Plastic Ono Band, de John Lennon, e o último disco da Legião Urbana, Uma Outra Estação.

Agora vou apreciá-los, ouvindo no CD player com o encarte em mãos, acompanhando a letra.

Plastic Ono Band - Uma Outra estação

E você, há quanto tempo não tem essa experiência?

Comentários

  1. Fala sério! Não é que eu pensei em sugerir um disco do Legião pra te zuar quando vi sua msg no twitter? =P

    Na minha opinião, são bons... mas apenas bons.

    ResponderExcluir
  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    isso é tão 'last season'!!!
    último disco que comprei sem ouvir nenhuma música antes foi Creed - Weathered.
    quer dizer...

    abraços, marco

    ResponderExcluir
  3. Henrique, quanto ao Legião Urbana, pensei: a regra é comprar um disco que nunca ouvi. Nunca fui super fã da banda, mas ouvi bastante os primeiros discos durante minha adolescência. A Outra Estação é talvez o pior deles, mas o que eu queria era recuperar a sensação de ouvir algo novo, em um disco. Por isso, escolhi uma banda que tenho probabilidade de gostar.

    Marco, essa sua compra tem séculos, mas garanto que você ficou com uma sensação saudosista e teve vontade de comprar um disco novo!

    ResponderExcluir
  4. Adoro ver o Gregório contar de forma teatralizada seus comportamentos bizarros do dia a dia na web.. kkkkkkkk

    ResponderExcluir
  5. Putz eu dava andando pela intenet, nom sei se é mta coincidencia, mas em ajneiro comprei esses mesmos dois ...kk só achei engraçado..

    ResponderExcluir
  6. Que coincidência incrível!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…

Quanta inovação pode conter um chinelo?

Não, eu não vou falar das Havaianas. A história da fabricante de chinelos brasileira que coloriu seus chinelos (que eram) feiosos e passou a ser um ícone da moda mundial já foi suficientemente explorada como exemplo de inovação no mundo dos negócios.

Eu vou falar é da Florine Chinelos, marca bem menor, mas com um produto interessantíssimo e um potencial de crescimento tremendo. Conheci a história da empresa em uma palestra de Alexandre Robazza, do SEBRAE SP.


Parece bucha de banho, né? Mas na verdade é o mesmo material utilizado para fazer tapetes. Aliás, o chinelo foi criado numa fábrica de tapetes.
Incomodado com as tiras que sobravam na fabricação dos tapetes, o criador do produto Carlos Gasparini, buscava alguma utilidade para os retalhos, até que um dia teve a ideia de fazer um chinelo. Após várias tentativas e com o protótipo em mãos, foi procurar o SEBRAE.
Com o apoio do SEBRAE, patenteou o produto, registrou a marca e começou a produção. Claro que não foi da noite para o dia, h…