Pular para o conteúdo principal

A quase decepção de Star Fox 64 3D

Sempre fui nintendista. Uma das razões é a jogabilidade dos sistemas da Nintendo, que sempre me agradou mais que os concorrentes e outra é a imensa gama de franquias exclusivas. Mario é o personagem mais icônico da empresa (e é o protagonista de praticamente metade dos jogos que tenho), mas há outras séries importantes como Zelda, Pokémon e Star Fox.

Sempre ignorei a saga espacial de Fox McCloud e companhia. Pelo menos até o mês passado.

O Nintendo 3DS foi muito fraco em lançamentos nos seus primeiros meses. E quando resolvi comprar mais um jogo para minha coleção, acabei escolhendo o Star Fox 64 3D, um remake do jogo do Nintendo 64.

Há duas diferenças significativas em relação ao jogo original: os gráficos agora são em 3D (sem óculos, como todos os jogos de Nintendo 3DS) e o controle pode ser feito movimentando o console.

Fui jogando todo empolgado, até que cheguei em um chefão de fase. Morri umas duas vezes e matei o tal macacão. Achando que teria mais fases, me surpreendi quando vi os créditos finais. Em cerca de duas horas, zerei o jogo.

Aí veio a frustração: um jogo tão legal, e tão curto… (e tão caro!)

Mas nem tudo estava perdido, e fui explorar o multiplayer. Descobri então a diversão infinita. Um dos fatores mais divertidos é ver o rosto do seu oponente em tempo real (filmado pela câmera do 3DS).

Se você não tiver amigos por perto, dá pra jogar contra o computador (infelizmente, não há modo inline). No nível “normal” tô apanhando à beça, e ainda tem os níveis “hard” e “expert” depois. Até que eu fique bom, ainda vai dar pra jogar bastante.

Desde o primeiro jogo, de 1993, essa foi a primeira vez que dei a devida atenção à Star Fox. E gostei. Recomendo fortemente. E se você tiver um Nintendo 3DS, está convidado para uma disputa!

Comentários

  1. Gregório,
    Se vc achou o jogo curto, provavelmente foi pelo "caminho fácil". Se for igual ao de N64, o jogo é longo e muito difícil, dependendo de suas escolhas. por exemplo, na primeira fase, um de seus companheiros é perseguido e morre. Se vc salvá-lo antes de morrer, você vai para a segunda fase mais difícil.. e por aí vai...

    o jogo é bom mesmo!

    ResponderExcluir
  2. Ih, eu me lembro de um carinha morrer mesmo. Mas vou jogar de novo, até porque preciso aproveitar bem a compra.

    ResponderExcluir
  3. "Uma das razões é a jogabilidade dos sistemas da Nintendo, que sempre me agradou mais que os concorrentes e outra é a imensa gama de franquias exclusivas." ----> Você precisa rever seus conceitos - Como eu fiz...

    ResponderExcluir
  4. Quando eu digo que me agradou mais que as outras, é porque eu fiz uma comparação. Joguei muito Master System, Mega Drive, PSOne, 3DO, Neo Geo, Atari. Joguei pouco o Dreamcast, PS2, XBoxes e PS3 - mas o suficiente pra saber o que me agrada mais.

    Há muito coisa boa em outros videogames (Batman Arkhan Asylum, pelo pouco que joguei, achei fantástico, por exemplo), mas continuo preferindo os consoles da Nintendo. Não são conceitos" para serem revistos, é simplesmente gosto.

    Naturalmente, se eu tivesse um Xbox 360, um PS3 e um Wii em casa, eu poderia explorar o melhor de cada um. Mas se for pra escolher só um continuo com a Nintendo.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

O custo de um carro popular é muito maior do que você pensa (uma história real)

Nunca tive o sonho de comprar um carro, até mesmo porque nem gosto de dirigir fora do videogame. E como até pouco tempo atrás eu tinha transporte da empresa para o trabalho, comprar um carro seria um capricho muito caro e desnecessário. Até que voltei para Belo Horizonte e senti a necessidade de comprar um automóvel para ter um pouco mais de conforto. Comprei meu primeiro carro em maio de 2014.

Em 30 meses e pouco mais de 43.000 km rodados, o meu carro gerou um custo mensal de R$1407,02.


Esse valor não inclui o valor que paguei no automóvel, ele refere-se apenas a gastos realizados que não poderão ser repostos com a venda do carro. Pode até parecer um valor muito alto, mas ele foi rigorosamente calculado e pode surpreender os desavisados.

E veja só, meu carro não é extravagante: é um Volkswagen up! com a maioria dos opcionais. Tem motor 1.0, consome muito pouco combustível e a manutenção é relativamente barata. É que mesmo um carro popular pode sair muito caro.

R$27.044,14 com despesas …

A regra básica para verificar se algo é verdade na internet

Um dia eu ainda quero compreender o que se passa na cabeça de alguém que inventa um boato e espalha pelo mundo. Será que o objetivo é apenas ser um agente do caos ou simplesmente rir das pessoas que acreditam. Só sei que não é de hoje que essas coisas existem (ou você realmente acredita que a Xuxa fez um pacto com o demônio e o Fofão tinha um punhal dentro do seu boneco?), só sei que a internet amplificou o alcance e a velocidade de todo tipo de boatos.

Por muitas vezes atuei (e continuo atuando) como um desmascarador de mensagens falsas entre os membros da minha família e amigos mais próximos, mas não adianta: se antes as bobagens eram espalhadas via e-mail, a diferença é que agora elas chegam via WhatsApp. Tento fazer o papel de mensageiro da verdade, mas é difícil ter sucesso...

Não espalho nada que eu não tenha verificado ou não confie na fonte. Se já espalhei alguma bobagem, pode ter certeza que foi na ignorância e que sinto vergonha por isso. Hoje em dia é muito fácil procurar …