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30 novembro 2011

Foo Fighters nos dois dias do Lollapalooza

Ano que vem acontece a primeira edição do festival Lollapalooza no Brasil, após 20 anos nos Estados Unidos e 1 no Chile. A principal atração do evento é o Foo Fighters, banda de rock mais importante do mundo em 2011, na minha humilde opinião.

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Começou a rolar um burburinho no Facebook e no Twitter falando que a banda poderia tocar nos dois dias do festival (que acontece em 7 e 8 de abril de 2012). Nada confirmado pela organização do evento até o momento. Na segunda-feira, dia 5, a programação oficial será divulgada e os ingressos passarão a ser vendidos. Até lá, temos só um listão com todas as atrações do evento, sem divisão por dias e horários.

A julgar pela procura por ingressos na pré-venda, tudo indica que o festival terá suas entradas esgotadas rapidamente. Dessa forma, não há necessidade de se colocar uma banda como chamariz nos dois dias do festival – já que independentemente dos Foo Fighters tocarem, todos os ingressos serão vendidos mesmo.

Foo Fighters - Wasting Light

No entanto, se eu fosse o curador do evento, escalaria a banda para, sim, tocar em ambos os dias do evento. Mas de uma maneira diferente.

O Foo Fighters seria a última banda a tocar, no último dia do evento, com um prometido show de duas horas e meia. Isso é mais do que esperado e tem tudo pra ser um dos shows do ano no Brasil – mesmo sem saber quem mais vai tocar por aqui ano que vem.

Mas antes disso, acho que seria muito legal se a banda fosse a primeira a tocar no primeiro dia. Só que tem que ser um show surpresa, anunciado só 5 minutos antes do início. Imagine só: Foo Fighters tocando às 11 da manhã, num palco pequeno (ou um reprodução de uma garagem, por que não?), pra umas 150 pessoas que saíram de casa mais cedo e de repente se depararam com a banda tocando pra um público bem pequeno. Seria fantástico pra quem estivesse presente, não? Quem não chegasse a tempo (os outros 70 mil pagantes) poderiam ficar um pouco chateados, mas até isso contribuiria para o show se tornasse lendário.

23 novembro 2011

A quase decepção de Star Fox 64 3D

Sempre fui nintendista. Uma das razões é a jogabilidade dos sistemas da Nintendo, que sempre me agradou mais que os concorrentes e outra é a imensa gama de franquias exclusivas. Mario é o personagem mais icônico da empresa (e é o protagonista de praticamente metade dos jogos que tenho), mas há outras séries importantes como Zelda, Pokémon e Star Fox.

Sempre ignorei a saga espacial de Fox McCloud e companhia. Pelo menos até o mês passado.

O Nintendo 3DS foi muito fraco em lançamentos nos seus primeiros meses. E quando resolvi comprar mais um jogo para minha coleção, acabei escolhendo o Star Fox 64 3D, um remake do jogo do Nintendo 64.

Há duas diferenças significativas em relação ao jogo original: os gráficos agora são em 3D (sem óculos, como todos os jogos de Nintendo 3DS) e o controle pode ser feito movimentando o console.

Fui jogando todo empolgado, até que cheguei em um chefão de fase. Morri umas duas vezes e matei o tal macacão. Achando que teria mais fases, me surpreendi quando vi os créditos finais. Em cerca de duas horas, zerei o jogo.

Aí veio a frustração: um jogo tão legal, e tão curto… (e tão caro!)

Mas nem tudo estava perdido, e fui explorar o multiplayer. Descobri então a diversão infinita. Um dos fatores mais divertidos é ver o rosto do seu oponente em tempo real (filmado pela câmera do 3DS).

Se você não tiver amigos por perto, dá pra jogar contra o computador (infelizmente, não há modo inline). No nível “normal” tô apanhando à beça, e ainda tem os níveis “hard” e “expert” depois. Até que eu fique bom, ainda vai dar pra jogar bastante.

Desde o primeiro jogo, de 1993, essa foi a primeira vez que dei a devida atenção à Star Fox. E gostei. Recomendo fortemente. E se você tiver um Nintendo 3DS, está convidado para uma disputa!