Pular para o conteúdo principal

Jogos Vorazes (2)

Li Jogos Vorazes às pressas, pra poder ver o filme logo no fim de semana de estreia. E, mesmo com a expectativa alta, o longa-metragem conseguiu me surpreender positivamente. É certamente o próximo filme que você deverá assistir no cinema.

jogos vorazesÉ irrelevante comparar livro com filme, pra dizer qual é melhor. Nesse caso o importante é dizer que são complementares. Enquanto o livro se concentra na mente da protagonista Katniss, o filme traz uma visão de todas as outras tramas paralelas, mas mantendo-se fiel à trama original. São duas experiências diferentes e independentes, ambas recomendáveis.

A classificação indicativa do filme fez com que a violência ficasse em segundo plano, muitas vezes oculta por uma câmera que treme bastante. A tremedeira, aliás, é o único ponto que prejudicou a produção, na minha opinião; E por mais que o final possa parecer previsível de certa forma (e na verdade é), isso não diminui a grandeza do filme nem as expectativas que são geradas para a sequência.

Não dá pra dizer que a juventude órfã de Harry Potter e Crepúsculo irá acompanhar a trilogia fervorosamente – até porque essa juventude já cresceu. Mas Jogos Vorazes parece que irá ocupar um espaço vazio na mídia para o público jovem, arrebanhando fãs que criarão sites, fanfics e acompanharão cada passo da produção dos próximos filmes. E isso é bom tanto pra eles, quanto para a indústria do cinema.

Leia também: Jogos Vorazes (sobre o livro)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

O custo de um carro popular é muito maior do que você pensa (uma história real)

Nunca tive o sonho de comprar um carro, até mesmo porque nem gosto de dirigir fora do videogame. E como até pouco tempo atrás eu tinha transporte da empresa para o trabalho, comprar um carro seria um capricho muito caro e desnecessário. Até que voltei para Belo Horizonte e senti a necessidade de comprar um automóvel para ter um pouco mais de conforto. Comprei meu primeiro carro em maio de 2014.

Em 30 meses e pouco mais de 43.000 km rodados, o meu carro gerou um custo mensal de R$1407,02.


Esse valor não inclui o valor que paguei no automóvel, ele refere-se apenas a gastos realizados que não poderão ser repostos com a venda do carro. Pode até parecer um valor muito alto, mas ele foi rigorosamente calculado e pode surpreender os desavisados.

E veja só, meu carro não é extravagante: é um Volkswagen up! com a maioria dos opcionais. Tem motor 1.0, consome muito pouco combustível e a manutenção é relativamente barata. É que mesmo um carro popular pode sair muito caro.

R$27.044,14 com despesas …

A regra básica para verificar se algo é verdade na internet

Um dia eu ainda quero compreender o que se passa na cabeça de alguém que inventa um boato e espalha pelo mundo. Será que o objetivo é apenas ser um agente do caos ou simplesmente rir das pessoas que acreditam. Só sei que não é de hoje que essas coisas existem (ou você realmente acredita que a Xuxa fez um pacto com o demônio e o Fofão tinha um punhal dentro do seu boneco?), só sei que a internet amplificou o alcance e a velocidade de todo tipo de boatos.

Por muitas vezes atuei (e continuo atuando) como um desmascarador de mensagens falsas entre os membros da minha família e amigos mais próximos, mas não adianta: se antes as bobagens eram espalhadas via e-mail, a diferença é que agora elas chegam via WhatsApp. Tento fazer o papel de mensageiro da verdade, mas é difícil ter sucesso...

Não espalho nada que eu não tenha verificado ou não confie na fonte. Se já espalhei alguma bobagem, pode ter certeza que foi na ignorância e que sinto vergonha por isso. Hoje em dia é muito fácil procurar …