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06 fevereiro 2013

Quando fiquei rico


Riqueza é um negócio relativo. Se a revista Forbes ou qualquer outra pessoa analisar minha declaração de imposto de renda, vai notar que não sou rico, de acordo com os padrões da sociedade em que vivemos. Mas acho que, financeiramente falando, sou uma pessoa rica sim.

Falo isso pensando em um único argumento, que pra mim é o suficiente: hoje eu consigo comprar livros, revistas, filmes, jogos de videogame, CDs e LPs numa velocidade muito maior que consigo consumi-los. Além disso, vou a (praticamente) todos os shows que quero. Isso só foi possível depois que comecei a trabalhar e ganhar meu próprio salário. Falando em dinheiro, preciso de mais? Acho que não.

OK, na verdade eu preciso de dinheiro sim. Mas todo mundo precisa, e sentimos que nunca é o suficiente. Adequamos nosso padrão de vida à quantidade de dinheiro que ganhamos, e isso é natural. É claro que só investir em cultura não é o suficiente para que eu viva bem, e confortavelmente. Mas que ajuda muito, isso ajuda.


5 comentários:

  1. Temporadas de SmallVille? Meu Deus, que mal gosto. :D

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  2. Tatiana3:15 AM

    De fato, riqueza é um negócio relativo. Pela minha análise da sua estante, você pode ser assaltado pela quantidade de riqueza contida nela! A começar pelo cd do Radiohead e os bonequinhos do Mário e Luidi!

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    Respostas
    1. Pois é, Tatiana! São minhas relíquias!

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  3. Olá Gregório... Bom eu tenho um galaxy s3 á quase um ano e agora do nada ele não quer reconhecer o Dados Móveis eu ativo e nada nem os créditos gastam o que eu faço?
    Grata : Aline Assunção

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