Pular para o conteúdo principal

Quando fiquei rico


Riqueza é um negócio relativo. Se a revista Forbes ou qualquer outra pessoa analisar minha declaração de imposto de renda, vai notar que não sou rico, de acordo com os padrões da sociedade em que vivemos. Mas acho que, financeiramente falando, sou uma pessoa rica sim.

Falo isso pensando em um único argumento, que pra mim é o suficiente: hoje eu consigo comprar livros, revistas, filmes, jogos de videogame, CDs e LPs numa velocidade muito maior que consigo consumi-los. Além disso, vou a (praticamente) todos os shows que quero. Isso só foi possível depois que comecei a trabalhar e ganhar meu próprio salário. Falando em dinheiro, preciso de mais? Acho que não.

OK, na verdade eu preciso de dinheiro sim. Mas todo mundo precisa, e sentimos que nunca é o suficiente. Adequamos nosso padrão de vida à quantidade de dinheiro que ganhamos, e isso é natural. É claro que só investir em cultura não é o suficiente para que eu viva bem, e confortavelmente. Mas que ajuda muito, isso ajuda.


Comentários

  1. Temporadas de SmallVille? Meu Deus, que mal gosto. :D

    ResponderExcluir
  2. Tatiana3:15 AM

    De fato, riqueza é um negócio relativo. Pela minha análise da sua estante, você pode ser assaltado pela quantidade de riqueza contida nela! A começar pelo cd do Radiohead e os bonequinhos do Mário e Luidi!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é, Tatiana! São minhas relíquias!

      Excluir
  3. Olá Gregório... Bom eu tenho um galaxy s3 á quase um ano e agora do nada ele não quer reconhecer o Dados Móveis eu ativo e nada nem os créditos gastam o que eu faço?
    Grata : Aline Assunção

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

O custo de um carro popular é muito maior do que você pensa (uma história real)

Nunca tive o sonho de comprar um carro, até mesmo porque nem gosto de dirigir fora do videogame. E como até pouco tempo atrás eu tinha transporte da empresa para o trabalho, comprar um carro seria um capricho muito caro e desnecessário. Até que voltei para Belo Horizonte e senti a necessidade de comprar um automóvel para ter um pouco mais de conforto. Comprei meu primeiro carro em maio de 2014.

Em 30 meses e pouco mais de 43.000 km rodados, o meu carro gerou um custo mensal de R$1407,02.


Esse valor não inclui o valor que paguei no automóvel, ele refere-se apenas a gastos realizados que não poderão ser repostos com a venda do carro. Pode até parecer um valor muito alto, mas ele foi rigorosamente calculado e pode surpreender os desavisados.

E veja só, meu carro não é extravagante: é um Volkswagen up! com a maioria dos opcionais. Tem motor 1.0, consome muito pouco combustível e a manutenção é relativamente barata. É que mesmo um carro popular pode sair muito caro.

R$27.044,14 com despesas …

A regra básica para verificar se algo é verdade na internet

Um dia eu ainda quero compreender o que se passa na cabeça de alguém que inventa um boato e espalha pelo mundo. Será que o objetivo é apenas ser um agente do caos ou simplesmente rir das pessoas que acreditam. Só sei que não é de hoje que essas coisas existem (ou você realmente acredita que a Xuxa fez um pacto com o demônio e o Fofão tinha um punhal dentro do seu boneco?), só sei que a internet amplificou o alcance e a velocidade de todo tipo de boatos.

Por muitas vezes atuei (e continuo atuando) como um desmascarador de mensagens falsas entre os membros da minha família e amigos mais próximos, mas não adianta: se antes as bobagens eram espalhadas via e-mail, a diferença é que agora elas chegam via WhatsApp. Tento fazer o papel de mensageiro da verdade, mas é difícil ter sucesso...

Não espalho nada que eu não tenha verificado ou não confie na fonte. Se já espalhei alguma bobagem, pode ter certeza que foi na ignorância e que sinto vergonha por isso. Hoje em dia é muito fácil procurar …