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20 junho 2013

Fuleco, o melhor da Copa

Em meio à toda desorganização, desperdício de dinheiro e obras de mobilidade inacabadas (ou sequer iniciadas), a Copa do Mundo do Brasil teve um grande acerto: o seu mascote. Ou quase isso.

A sacada de utilizar um tatu-bola foi genial. É um animal tipicamente brasileiro, e se transforma em uma bola! Precisa de mais? 

Pra ficar ainda melhor, o grupo responsável por criar sua imagem desenhou um mascote com apelo infantil mas sem ofender os adultos. Super bonitinho e simpático.

Mas é claro que a FIFA tinha que arrumar um jeito de estragar tudo. A estratégia foi criar um concurso de nome, com três opções de dar medo.

Quando eu digo que meu filho vai se chamar Clark Kent, não estou falando sério. Escolher um nome é uma responsabilidade imensa, afinal ele vai acompanhar o filho (ou a personagem) até o fim dos tempos.

E em um evento como uma eleição brasileira, onde muitas vezes a alternativa possível é votar no "menos pior", o nome "Fuleco" foi o escolhido.

Teoricamente seria algo para remeter a "futebol" e "ecologia", mas não há como não pensar em "fuleiro", que significa algo de baixa qualidade.

Naturalmente, há um objetivo em um nome tão ruim. A FIFA teve como requisito a definição de um nome que não tivesse sido registrado para nada, em país nenhum, para garantir todos os royalties de vendas de produtos. A aparentemente todos os bons nomes do mundo já foram utilizados ao menos uma vez.

Mas agora já era. O nome é esse, e o tadinho do tatu vai ter que aguentá-lo. Ah, o meu preferido era o "Amijubi". Muito ruim, eu sei. Mas comparado a Fuleco e Zuzeco ele não parece um nome tão bizarro...


2 comentários:

  1. Cara, eu tenho vergonha desse nome! Assim como teria de qualquer uma das outras opções...

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  2. Anônimo10:34 PM

    É só chamar de Tatu-bola e fica tudo certo! Abraço, Henrique Bibiano.

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