Pular para o conteúdo principal

Changeman e os subacos livres

Esquadrão Relâmpago Changeman

Quando eu era (muito) criança, em torno de 1988, um dos meus programas de TV favoritos era o Esquadrão Relâmpago Changeman. Além de assistir o seriado, eu tinha o uniforme do ranger vermelho, revistas em quadrinhos, álbuns de figurinhas entre outros badulaques. 

Só que como eu tinha apenas quatro anos, eu não conseguia entender muito bem os nomes dos personagens, principalmente quando eram estrangeiros.

Aí cismei que eles enfrentavam os SUBACOS LIVRES. Sério. De alguma forma, isso fazia sentido na minha inocente mente infantil. Era o que eu ouvia. E insistia nisso, ninguém conseguia me convencer que na verdade eles eram os SOLDADOS HIDLER.

Eu tentei rever a série depois de velho, mas ela não tem mais o mesmo frescor. É melhor ficar com as boas memórias da infância. Ainda assim, até hoje eu acho o nome que dei aos personagens muito mais interessante que o original.

E eu acho que é muito importante compartilhar essa história com o resto do mundo.

Os Subacos Livres

Comentários

  1. Pô! Ranger vermelho não né, Gregório! É Change Dragon! XD
    E eu pensava que o nome dos soldados era Soldados Hitler, hahahaha!

    ResponderExcluir
  2. Eu escrevi "ranger vermelho" no modo automático. Era Change Dragon mesmo!

    ResponderExcluir
  3. Melhor Changeman, só tinham os Flashman depois do Titan Junior...

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

As notícias falsas que confundiram o público da Campus Party MG

Tive o prazer de ministrar uma palestra na última edição da Campus Party em MG com o tema "Fake News - Como viver num mundo de mentiras". Em breve, essa palestra estará disponível no YouTube e, assim que tiver o link, compartilho com você.



No início da minha apresentação, mostrei algumas notícias e pedi para o público preencher um questionário avaliando se cada publicação era verdadeira ou falsa. TODAS eram falsas, por mais convincentes que parecessem.

O público da Campus Party é jovem e ligado em tecnologia, o que poderia nos levar à hipótese de que estariam mais antenados e conseguiriam identificar o que realmente aconteceu. Os resultados foram um pouco diferentes.

A primeira notícia falava que o plantão da Globo nos atentados de 11 de setembro interromperam um episódio de Dragon Ball Z. 44% do público estava convencido de que isso era verdade. Esse é um caso curioso, pois é muito comum encontrarmos pessoas que afirmam se lembrar do ocorrido, mas essa é uma espécie de memória…

Pista premium, essa aberração dos shows no Brasil

O cantor inglês Ed Sheeran tocou ontem em Belo Horizonte em uma apresentação cheia de altos e baixos. Um problema que chamou a atenção foi o tamanho da semi-deserta pista premium. A impressão que dava é que nem um terço do espaço dedicado ao pessoal que pagou o dobro do preço estava ocupado. A foto abaixo tirada durante a apresentação do cantor dá um noção do vácuo existente.


A organização foi no mínimo incompetente para dimensionar o espaço. Fica feio e desagradável tanto para o público quanto para o cantor.

Reproduzo a seguir um texto que escrevi em 2014 para o Move That Jukebox onde falo um pouco sobre esse costume indigesto dos promotores de shows no Brasil.

******
O abismo entre a pista comum e a pista premium

A simples existência de uma pista premium em um show é o suficiente para prejudicar (e muito) a experiência de quem não está nela. Acho natural cobrar valores diferentes para lugares diferentes, mas desde que o lugar esteja marcado. É justo que a cadeira da primeira fila ten…