Pular para o conteúdo principal

Reencontrando Sérgio Mallandro

O público do Sérgio Mallandro envelheceu. Envelheceu tanto que, no show dele no último sábado, me senti uma das pessoas mais novas do local - e olha que eu tenho 32 anos!

Ele fez cinco sessões esgotadas do seu show "Mallandramente" no Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte. Felizes foram as pessoas que puderam estar presentes em uma das apresentações: eu não entendo como alguém que fala "ié ié", "rá" e "gluglu" há 35 anos consegue ser tão engraçado. Não entendo, e morro de rir. Eu ri até quase ter dor de barriga.



Em um determinado momento da apresentação, o humorista convidou as pessoas do público que tinham interesse em participar da Porta dos Desesperados para subirem ao palco. Naturalmente, corri até o local.

Cada um dos candidatos teve que fazer uma imitação de Sérgio Mallandro para conquistar o público. Não fui escolhido, mas ganhei um grande momento de diversão e um cotovelo ralado na hora em que fui nadar no chão do palco.

O vídeo completo está reproduzido abaixo. Meu momento de maior destaque é em 01:20. Assistam e não sintam vergonha alheia por mim, pois eu não fiquei com vergonha nenhuma na hora de me oferecer como voluntário.



A piada que fiz no palco é uma referência à essa entrevista recente com o Danilo Gentili.

Só mais uma coisa: o título desse post é "Reencontrando Sérgio Mallandro" porque não foi a primeira vez que tive contato direto com ele. Em 2010 tive a oportunidade de fazer uma entrevista para publicar aqui e que você pode rever a seguir.



Rá! Ié ié!


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

O custo de um carro popular é muito maior do que você pensa (uma história real)

Nunca tive o sonho de comprar um carro, até mesmo porque nem gosto de dirigir fora do videogame. E como até pouco tempo atrás eu tinha transporte da empresa para o trabalho, comprar um carro seria um capricho muito caro e desnecessário. Até que voltei para Belo Horizonte e senti a necessidade de comprar um automóvel para ter um pouco mais de conforto. Comprei meu primeiro carro em maio de 2014.

Em 30 meses e pouco mais de 43.000 km rodados, o meu carro gerou um custo mensal de R$1407,02.


Esse valor não inclui o valor que paguei no automóvel, ele refere-se apenas a gastos realizados que não poderão ser repostos com a venda do carro. Pode até parecer um valor muito alto, mas ele foi rigorosamente calculado e pode surpreender os desavisados.

E veja só, meu carro não é extravagante: é um Volkswagen up! com a maioria dos opcionais. Tem motor 1.0, consome muito pouco combustível e a manutenção é relativamente barata. É que mesmo um carro popular pode sair muito caro.

R$27.044,14 com despesas …

A regra básica para verificar se algo é verdade na internet

Um dia eu ainda quero compreender o que se passa na cabeça de alguém que inventa um boato e espalha pelo mundo. Será que o objetivo é apenas ser um agente do caos ou simplesmente rir das pessoas que acreditam. Só sei que não é de hoje que essas coisas existem (ou você realmente acredita que a Xuxa fez um pacto com o demônio e o Fofão tinha um punhal dentro do seu boneco?), só sei que a internet amplificou o alcance e a velocidade de todo tipo de boatos.

Por muitas vezes atuei (e continuo atuando) como um desmascarador de mensagens falsas entre os membros da minha família e amigos mais próximos, mas não adianta: se antes as bobagens eram espalhadas via e-mail, a diferença é que agora elas chegam via WhatsApp. Tento fazer o papel de mensageiro da verdade, mas é difícil ter sucesso...

Não espalho nada que eu não tenha verificado ou não confie na fonte. Se já espalhei alguma bobagem, pode ter certeza que foi na ignorância e que sinto vergonha por isso. Hoje em dia é muito fácil procurar …