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Mostrando postagens de Janeiro, 2016

O futuro chegou e eu não abandonei os livros de papel

Há pouco mais de cinco anos, escrevi um texto intitulado "E você, como vai ler livros no futuro?" em que eu analisava uma série de e-readers (leitores digitais de livros) e o recém-lancado iPad. O tempo passou, tive dois e-readers (Kindle Touch e Kobo Aura HD) e três tablets (iPad 1, Samsung Galaxy Tab 10.1 e Sony Xperia Z2), e já me sinto apto a falar sobre como os livros e revistas digitais passaram a fazer parte da minha vida.

Atualmente estou apenas com o Kobo, com Xperia Z2 e papel, muito papel. Acabei percebendo que cada plataforma tem seus diferenciais - e incluo o livro tradicional como plataforma.



Quando o e-reader é melhor

Os e-readers como o Kobo ou o Kindle são os campeões disparados quando o seu objetivo é ler um livro de forma sequencial e que não tenha muitas ilustrações. São dispositivos leves, que podem ser utilizados usando apenas uma mão e com altíssima autonomia de bateria. Excelentes para viagens, para ler em pé no ônibus, metrô ou em um banco de praça (a…

A última revista em quadrinhos que Ayrton Senna leu

(ou pensou em ler)

Navegando pelas edições recentemente adicionadas ao Social Comics (um serviço de streaming de HQs ou, na língua do povo, o Netflix dos quadrinhos), me deparei com uma capa de revista muito familiar, e que marcou muito a minha infância: Senninha nº 3, de 1994.


Eu tinha nove anos quando comprei essa revista, e estava aproveitando uma manhã de domingo para lê-la. Até que minha mãe chegou perto, viu o que eu estava lendo e me deu a notícia: Ayrton Senna tinha morrido naquela manhã.
Não tinha o costume de acompanhar a Formula 1 (tanto é que nem assisti a corrida naquele dia), mas eu estava muito envolvido com as revistas do Senninha. Enquanto as pessoas estavam tristes com a perda de um ídolo do esporte, eu tinha acabado de perder o meu herói dos quadrinhos.
Mais tarde, uma reportagem do Fantástico mostrou uma foto da última mala de Ayrton Senna. Não vou nem descrevê-la:

Não consegui identificar quase nenhum dos itens que ele carregava. A revista do Senninha, a mesma edi…