Pular para o conteúdo principal

Você já experimentou a Fanta Guaraná?

De tempos em tempos, a Fanta lança novos sabores, mas parece que nenhum dá certo no Brasil e só a Fanta Laranja e a Fanta Uva sobrevivem. Eu gostava da Fanta Maçã-verde, por exemplo, mas ela aparentemente saiu do mercado. A Coca-Cola resolveu apostar agora em uma fruta genuinamente brasileira com a Fanta Guaraná.

Depois de beber o refrigerante, fiquei um pouco decepcionado. Tive a impressão que a Fanta Guaraná é mais aguada que o Kuat. É menos doce, mais fraca, sem graça. Me lembrou um pouco o Guaraná Dolly, que não é ruim, mas não dá aquela sensação de que você está bebendo algo que vai te dar a sensação que valeu a pena consumir todas essas calorias.

Um fator problemático é que a empresa não tirou o Kuat do mercado (que acho muito mais gostoso), mas já vi restaurantes que estavam vendendo a Fanta Guaraná e não tinham o Kuat disponível. Essa substituição pode vir de forma gradual.

Me lembro de que quando foi criada a Ambev, por exemplo, acabaram com Guaraná Brahma e mantiveram o Guaraná Antarctica, pois a nova empresa passou a ser fabricante de dois produtos concorrentes. Eu faço parte da minoria que preferia o Guaraná Brahma.

Se a Fanta Guaraná vai ter sucesso eu não sei, o que posso dizer é que não comprarei o refrigerante novamente se tiver outras opções. E espero que o Kuat mantenha índices de venda altos o suficiente para que ele não saia do mercado.


A Fanta mais gostosa que experimentei foi a Fanta Melão, mas ela não é vendida no Brasil. Já bebi algumas que não meu agradaram tanto como a Fanta Morango e a Fanta Berry. O que eu queria de verdade por aqui era uma Fanta Melancia.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Os patos de Patópolis e o Pato Fu

Recentemente, enquanto lia uma revista do Ducktales (os caçadores de aventuras, todos eles são grandes figuras), me deparei com um quadrinho onde o Capitão Bóing fazia uma ameaça aos seus adversários invocando o poder do Pato Fu (ou seja, o kung fu dos patos). Achei a referência divertida, postei no Twitter, a própria banda retweetou a publicação, mas achei que era um caso isolado.


Pra quem conhece a história da banda, o uso desses termos faz todo sentido. O nome Pato Fu foi inspirado em uma tira do Garfield onde ele lutava Gato Fu.


Normalmente esse tipo de referência é chamado de "easter egg", termo em inglês para ovo de páscoa. É uma surpresa escondida na narrativa (seja ela em quadrinhos, prosa, cinema etc) que não tem influência na história. Assim, quem conhece a referência acha interessante, se diverte um pouco mais e pra quem não conhece a vida continua como se nada tivesse acontecido.

Algumas semanas depois, lendo o volume "A Cidade Fantasma", da coleção do…

O custo de um carro popular é muito maior do que você pensa (uma história real)

Nunca tive o sonho de comprar um carro, até mesmo porque nem gosto de dirigir fora do videogame. E como até pouco tempo atrás eu tinha transporte da empresa para o trabalho, comprar um carro seria um capricho muito caro e desnecessário. Até que voltei para Belo Horizonte e senti a necessidade de comprar um automóvel para ter um pouco mais de conforto. Comprei meu primeiro carro em maio de 2014.

Em 30 meses e pouco mais de 43.000 km rodados, o meu carro gerou um custo mensal de R$1407,02.


Esse valor não inclui o valor que paguei no automóvel, ele refere-se apenas a gastos realizados que não poderão ser repostos com a venda do carro. Pode até parecer um valor muito alto, mas ele foi rigorosamente calculado e pode surpreender os desavisados.

E veja só, meu carro não é extravagante: é um Volkswagen up! com a maioria dos opcionais. Tem motor 1.0, consome muito pouco combustível e a manutenção é relativamente barata. É que mesmo um carro popular pode sair muito caro.

R$27.044,14 com despesas …

A regra básica para verificar se algo é verdade na internet

Um dia eu ainda quero compreender o que se passa na cabeça de alguém que inventa um boato e espalha pelo mundo. Será que o objetivo é apenas ser um agente do caos ou simplesmente rir das pessoas que acreditam. Só sei que não é de hoje que essas coisas existem (ou você realmente acredita que a Xuxa fez um pacto com o demônio e o Fofão tinha um punhal dentro do seu boneco?), só sei que a internet amplificou o alcance e a velocidade de todo tipo de boatos.

Por muitas vezes atuei (e continuo atuando) como um desmascarador de mensagens falsas entre os membros da minha família e amigos mais próximos, mas não adianta: se antes as bobagens eram espalhadas via e-mail, a diferença é que agora elas chegam via WhatsApp. Tento fazer o papel de mensageiro da verdade, mas é difícil ter sucesso...

Não espalho nada que eu não tenha verificado ou não confie na fonte. Se já espalhei alguma bobagem, pode ter certeza que foi na ignorância e que sinto vergonha por isso. Hoje em dia é muito fácil procurar …